Colunista simula carta ao COI e questiona sobre escolha da cidade para ser sede en 2016: 'Você poderia ter tido o ouro, mas se contentou com o bronze'
Na eleição para a sede dos Jogos Olímpicos de 2016, em 2011, Chicago
caiu na primeira rodada da votação final, que escolheria o Rio de
Janeiro. A cidade americana, porém, ainda parece guardar mágoas com a
decisão. Nesta quinta-feira, o jornal “Chicago Sun-Times” estampou em
sua capa uma imagem da onda de manifestos que ocorrem na capital
carioca, com a pergunta: “Perdemos para isso?”.
A pergunta é feita pelo colunista Neil Steinberg, que escreveu uma espécie de carta para o Comitê Olímpico Internacional. Com o título interno de “Hora de um arrependimento olímpico”, o texto questiona a entidade se existe o arrependimento por ter escolhido o Rio como sede dos Jogos de 2016.
- Os protestos que estão agitando o Brasil podem diminuir e tudo pode estar bem em 2016. Nós desejamos nossas sinceras esperanças e orações de que isso aconteça. No entanto, uma questão tem aparecido na nossa cabeça, dizendo “oh oh oh!” e pedindo para ser perguntada. Então eu vou fazê-la. Pronto? Aqui está nossa questão: “Já está arrependida”. Porque você poderia ter Chicago. Não é uma cidade sem problemas. Tem vários problemas. (…) Mas teríamos feito isso sem bombas. Sem que os militares atirassem gás ou balas de borracha – disse o colunista.
Steinberg também afirma que a população de Chicago não se revoltaria contra as Olimpíadas, como acontece no Rio.
- Eu aposto que nossa população não se revoltaria contra as Olimpíadas, como estão fazendo no Brasil, assim como acontece contra a Copa do Mundo de 2014.
O tom irônico de Steinberg segue até o fim do texto. O colunista termina sua coluna voltando a atacar a cidade carioca.
- Sem ressentimentos, COI. Talvez em uma próxima vez, contando que nós aceitemos passar por todo o aborrecimento para tentar vencer suas Olimpíadas bobas. Mas eu não espero isso. A maioria dos cidadãos de Chicago está satisfeito. Nós saímos da luz e agora podemos sentar e assistir ao Brasil tentando dar conta da tarefa, o que deverá ser mais divertido do que teria sido sediar o evento. Você não pode dizer que não teve sua chance. E a desperdiçou. Você poderia ter tido o ouro, mas se contentou com o bronze.
Fonte: http://globoesporte.globo.com
A pergunta é feita pelo colunista Neil Steinberg, que escreveu uma espécie de carta para o Comitê Olímpico Internacional. Com o título interno de “Hora de um arrependimento olímpico”, o texto questiona a entidade se existe o arrependimento por ter escolhido o Rio como sede dos Jogos de 2016.

- Os protestos que estão agitando o Brasil podem diminuir e tudo pode estar bem em 2016. Nós desejamos nossas sinceras esperanças e orações de que isso aconteça. No entanto, uma questão tem aparecido na nossa cabeça, dizendo “oh oh oh!” e pedindo para ser perguntada. Então eu vou fazê-la. Pronto? Aqui está nossa questão: “Já está arrependida”. Porque você poderia ter Chicago. Não é uma cidade sem problemas. Tem vários problemas. (…) Mas teríamos feito isso sem bombas. Sem que os militares atirassem gás ou balas de borracha – disse o colunista.
Steinberg também afirma que a população de Chicago não se revoltaria contra as Olimpíadas, como acontece no Rio.
- Eu aposto que nossa população não se revoltaria contra as Olimpíadas, como estão fazendo no Brasil, assim como acontece contra a Copa do Mundo de 2014.
O tom irônico de Steinberg segue até o fim do texto. O colunista termina sua coluna voltando a atacar a cidade carioca.
- Sem ressentimentos, COI. Talvez em uma próxima vez, contando que nós aceitemos passar por todo o aborrecimento para tentar vencer suas Olimpíadas bobas. Mas eu não espero isso. A maioria dos cidadãos de Chicago está satisfeito. Nós saímos da luz e agora podemos sentar e assistir ao Brasil tentando dar conta da tarefa, o que deverá ser mais divertido do que teria sido sediar o evento. Você não pode dizer que não teve sua chance. E a desperdiçou. Você poderia ter tido o ouro, mas se contentou com o bronze.
Fonte: http://globoesporte.globo.com











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