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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Copa injetou R$ 30 bi na economia do país, estima Ministério do Turismo

Valor corresponde a 0,7% do PIB brasileiro no ano passado.
Estimativa foi baseada em estudo da Fipe sobre Copa das Confederações.

 As centenas de milhares de turistas que passaram pelo Brasil durante a Copa do Mundo deixaram sua contribuição para a economia do país. Segundo estimativa do Ministério do Turismo, o evento injetou R$ 30 bilhões na economia. O valor corresponde a 0,7% de tudo o que foi produzido no país em 2013.

A estimativa do Ministério do Turismo foi feita com base em estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) sobre a Copa das Confederações. Segundo a pesquisa, o torneio, realizado em 2013, gerou um movimento de R$ 20,7 bilhões, sendo R$ 11 bilhões referentes a gastos de turistas, do Comitê Organizador Local e de investimentos privados e públicos e outros R$ 9,7 bilhões como renda acrescentada ao Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no Brasil. O Ministério já estimava, então, que a Copa do Mundo deveria gerar renda três vezes maior que esse valor, ou quase R$ 30 bilhões.

O estudo realizado sobre a Copa das Confederações avaliou os impactos iniciais, diretos, indiretos e induzidos na economia. Como base para o cálculo, utilizou-se a soma dos investimentos públicos e privados em infraestrutura (R$ 9,1 bilhões), dos gastos dos turistas nacionais (R$ 346 milhões) e estrangeiros (R$ 102 milhões) e dos investimentos do Comitê Organizador Local (COL) no evento (R$ 311 milhões). Desses valores, obteve-se o efeito multiplicador na cadeia produtiva.


Fonte:http://g1.globo.com

Violência em Buenos Aires termina com cem pessoas detidas e 70 feridos

Houve vandalismo nas ruas da capital argentina após derrota na final da Copa.
Um homem foi ferido com arma branca no pulmão e seu estado é grave. 


Cem pessoas forma detidas e 70 ficaram feridas, uma delas em estado grave, nos incidentes em Buenos Aires e outras cidades após a partida em que a Argentina foi derrotada pela Alemanha por 1-0 na final da Copa do Mundo do Brasil, na noite deste domingo (13).

"Aconteceram 100 detenções nos incidentes nas proximidades do Obelisco", afirmou o chefe de Gabinete, Jorge Capitanich. Fontes médicas anunciaram um balanço de 70 feridos.

Na manhã desta segunda-feira, prosseguia a operação de limpeza ao redor do Obelisco.


A polícia utilizou gás lacrimogêneo contra os torcedores violentos, que atiraram pedras nos agentes, destruíram sinais de trânsito, quebraram vitrines e saquearam lojas na noite deste domingo (13).

"Foram circunstâncias lamentáveis que mancharam as comemorações que aconteceram em toda Argentina, com manifestações espontâneas para celebrar um acontecimento importante, porque há 24 anos a seleção não chegava à final', disse Capitanich.

Feridos

Cinquenta e cinco civis e 15 policiais foram hospitalizados. Um manifestante foi ferido por arma branca no pulmão e está em condição crítica, depois de ter passado por uma cirurgia.

"Os demais apresentavam politraumatismos de distintas considerações, ferimentos com cortes no rosto e couro cabeludo e fraturas nas pernas", disse o diretor do Serviço de Emergências (Same) da capital argentina, Alberto Crescenti.

Uma ambulância e um carro de emissora de televisão foram alvo dos ataques.

Os incidentes aconteceram durante a dispersão de centenas de milhares de manifestantes no Obelisco, a maioria famílias com crianças, para celebrar o vice-campeonato da Argentina no Mundial de 2014.

Segundo Capitanich também foram registrados incidentes violentos em La Plata (60 km ao sul de Buenos Aires) e na cidade de Mar del Plata (400 km ao sul).

A imprensa local informou que um homem foi atingido por um tiro no pescoço em Mar del Plata durante uma discussão.





Fonte: http://g1.globo.com

domingo, 13 de julho de 2014

Astronautas na Estação Espacial assistem à final da Copa no Brasil

Um dos astronautas postou foto no Twitter.
'Ótimo jogo até agora', disse Reid Wiseman.

O astronauta Reid Wiseman postou há pouco a imagem do grupo que está na Estação Espacial Internacional assistindo ao jogo entre Argentina e Alemanha, partida final da Copa do Mundo disputada no Maracanã, no Rio de Janeiro.

"Ótimo jogo até agora", escreveu ele em sua conta no Twitter. Ao fundo, com a camisa da seleção alemã, está Alexander Gerst, nascido na Alemanha.








 Fonte:http://g1.globo.com

Fred diz a jornal que Seleção "já deu" e revela que vai pedir folga ao Flu

Em entrevista ao "Estado de S. Paulo" deste domingo, atacante admite desempenho ruim na Copa do Mundo e afirma que precisa de um tempo para se recompor


Um dos jogadores mais criticados da Seleção na Copa do Mundo, Fred desabafou após a derrota para a Holanda por 3 a 0, em Brasília, que marcou a despedida do Brasil da competição. Em entrevista do jornal "Estado de S. Paulo" deste domingo, o atacante, de 30 anos, foi curto e grosso ao falar sobre o seu futuro com a camisa amarelinha.

- Para mim, já deu - disparou.

Apesar de reconhecer seu desempenho ruim, Fred rechaçou o rótulo de "novo" Barbosa, goleiro que ficou marcado por falhar na final contra o Uruguai, em 1950. Segundo o camisa 9, todo o grupo é responsável pelo fracasso da Seleção no Mundial.

- Eu assumo a minha parte. Queria fazer mais. Não estava machucado ou com problemas físicos. Mas volto a dizer que a culpa é de todos. O futebol te dá muitas coisas e depois de tira também, para mais para frente te dar novamente. Ele me tirou na Copa. Nós, brasileiros, principalmente as pessoas que influenciam na opinião pública, temos a mania feia de procurar um ou dois para crucificar. Até mesmo no sucesso, fazemos isso para eleger um "Deus". Digo que somos uma equipe, e estamos abraçados até o último minuto - afirmou ao jornal.


Por fim, o atacante afirmou que vai conversar com a diretoria do Fluminense para ficar um tempo afastado das atividades até se recuperar da frustração com a Seleção.

- Dessa vez vou pedir um tempo para o Fluminense. Após a Copa das Confederações, o Fluminense me ofereceu uma folga e eu não quis. Mas não consegui me desligar. Agora, preciso de um tempo para me recompor e esquecer tudo. Vou pedir um tempo para o clube.





Fonte: http://globoesporte.globo.com

Seleção recebe R$ 44 milhões por quarto lugar, e grupo vai dividir 25%

CBF vai distribuir premiação entre os 23 jogadores e a comissão técnica do Brasil


Por conta do quarto lugar da seleção brasileira na Copa do Mundo, a CBF vai receber da Fifa US$ 20 milhões (cerca de R$ 44 milhões) em premiação. E como foi acertado antes do início do torneio, logo na primeira reunião entre os atletas com a entidade, ainda na Granja Comary, em Teresópolis, o valor que será dividido entre os 23 jogadores e os membros da comissão técnica equivale a 25% do montante - R$ 11 milhões.

Caso a equipe ficasse com o título, a CBF receberia da Fifa cerca de US$ 35 milhões (quase R$ 80 milhões). E o valor rateado entre os atletas seria de 50% da premiação total. Caso tivesse derrotado a Holanda, o Brasil receberia cerca de R$ 50 milhões. Porém, na decisão do terceiro lugar, no último sábado, a equipe de Luiz Felipe Scolari foi derrotada pela Laranja por 3 a 0, no Mané Garrincha, em Brasília.

O presidente da CBF, José Maria Marin, ainda não definiu o futuro da seleção brasileira. Nos próximos dias, a entidade deve se manifestar sobre a continuidade ou não do técnico Luiz Felipe Scolari no comando da equipe. Após a derrota por 7 a 1 do Brasil para a Alemanha, o dirigente preferiu aguardar a disputa do terceiro lugar, no último sábado.

Fonte: http://globoesporte.globo.com

Para a história! Alemanha é tetra no Maracanã com gol na prorrogação!

Mário Götze sai do banco e faz o único gol do tetracampeonato alemão, para delírio de torcedores brasileiros e frustração dos argentinos no Rio

A maluquice é pensar que não temos vaga ideia do que fazíamos em 3 de junho de 1992, quando pela primeira vez Mario, mais um recém-nascido qualquer a chorar num hospital qualquer da Alemanha, viu a luz. Dada nossa sina de marionetes do tempo, estávamos indiferentes à história que começava a ser costurada – lavávamos louça, víamos novela, reclamávamos do centroavante tosco de nosso time, discutíamos futebol com nosso pai, aquela figura de rugas desenhadas também pela dor e pela glória que o futebol tanto nos dá. Não podíamos imaginar o que aconteceria tanto tempo depois, naquele inalcançável 13 de julho de 2014, naquele futuro domingo de sol no Maracanã, naquele instante precioso em que o pequeno Mario, o gigante Mario Götze, com apenas 22 anos e uma eternidade pela frente, receberia de Schürrle aos oito minutos do segundo tempo da prorrogação, dominaria no peito e desviaria para o gol. Não podíamos calcular que surgia o protagonista da vitória por 1 a 0 na final, o sujeito que evitaria uma festa da Argentina no Maracanã, o atleta que tornaria a Alemanha tetracampeã mundial de futebol!



A Argentina de Messi foi grande até os limites supremos. Encarou um time melhor e talvez merecesse a vitória, o título, tanto quanto a Alemanha. Detalhes mudam vidas, mudam histórias, e agora eles penderam para Alemanha – para euforia, absoluto delírio, da torcida brasileira presente no Maracanã. A seleção germânica se iguala à Itália como tetracampeã mundial. O Brasil segue soberano, com cinco conquistas, e a Argentina continua com duas. O terceiro duelo entre alemães e argentinos em finais é também a primeira vez que uma seleção europeia ganha a Copa no continente americano.

O mundo diante de Higuaín

Sussurros seriam ouvidos do outro lado do estádio se alguém ousasse abrir a boca aos 20 minutos do primeiro tempo, naqueles dois ou três segundos de mutismo coletivo em que Higuaín recebeu uma bola de presente de Toni Kroos e, sozinho, avançou com ela na direção de Neuer. Existem chances que não se perdem nem em peladas de família, quanto mais numa final de Copa do Mundo, mas o atacante argentino, talvez embasbacado pela oportunidade que ganhara, talvez se perguntando se merecia tanto, cometeu a insanidade de desperdiçar o gol.

O problema é que o futebol tem algo de rancoroso. O mesmo Higuaín, alguns minutos depois, entrou na área feito um caminhão sem freios, aproveitou cruzamento de Lavezzi, lá da direita, e mandou para as redes. Saiu vibrando, em surto, correndo como um sujeito que daria a volta ao mundo se o Maracanã não tivesse paredes, mas aí o teto dele desabou: do outro lado, o auxiliar, esse corta-prazeres de atacantes, tinha sua bandeira erguida. Correto: o atacante estava de fato impedido.


A grande questão é que os dois lances, acrescidos de uma arrancada assombrosa de Messi (cortada por um Boateng que só precisa de um par de asas para ser decretado anjo da equipe), mostram que houve algo de errado no sólido reino defensivo germânico. Os problemas começaram antes de o jogo começar, por mais estranho que pareça. Khedira, peça essencial na engrenagem do meio-campo, sentiu dores musculares no aquecimento. Não foi a campo. Entrou Kramer, que só tinha jogado 11 minutos na Copa inteira e também sairia lesionado, ainda no primeiro tempo, para a entrada de Schürrle.

Frigidos os ovos, é notável que a Argentina fez muito bom primeiro tempo – e não foi graças apenas aos eternos incômodos causados por Messi e suas disparadas de homem de mil pernas. Também pela defesa. E mesmo se baseando numa estratégia curiosa: deixar Schweinsteiger passear pelo campo como se estivesse de férias. Alejandro Sabella, por algum motivo, preferiu concentrar atenções em acossar os atletas servidos pelo camisa 7, não o próprio. A tática parece suicida, mas até que deu resultado. Porém, quase ruiu no finzinho da etapa, quando Höwedes subiu nas cercanias da estratosfera para cabecear na trave argentina. No rebote, a bola ainda bateu em Müller, e Romero defendeu, mas o lance já estava anulado por impedimento.

Quase, Messi!

A expectativa de qualquer ser humano alimentado de esperanças é que Messi, ao ir para o vestiário, seja acometido por uma crise de piedade e resolva parar de infernizar defesas alheias. Mas não costuma acontecer – quem não voltou foi Lavezzi, substituído por Agüero. Com menos de dois minutos no segundo, a Pulga recebeu em profundidade na esquerda e mandou um chute cruzado que triscou a trave protegida pelas luvas de Neuer. Quase.


A partir daí, as chances de gol se tornaram mais escassas. As equipes encontraram dificuldades de escapar ao ataque, e o jogo ficou mais preso nos limites entre uma intermediária e outra. A parte final da construção passou a ter repetidos erros de lado a lado – linda jogada de Özil poderia ter resultado em gol mesmo assim, mas Kroos bateu mal. E a prorrogação começou a dar as caras no Maracanã.

As duas seleções, com o passar do tempo, ficaram mais e mais encabuladas de tentar movimentos que expusessem suas defesas. Mesmo as trocas foram comedidas: na Argentina, Palacio no lugar de Higuaín, Gago no de Enzo Perez; na Alemanha, Götze na vaga de Klose. Consequência: prorrogação.

O último ato

A Alemanha entrou na prorrogação babando de vontade de ganhar. No primeiro lance do tempo extra, Schürrle quase marcou. Romero espalmou o chute do atacante. A Argentina, fechada, deixou claro que se abraçaria aos contra-ataques, e os europeus passaram a ter domínio do jogo – mas sem grande contundência.


A tensão era evidente no Maracanã – era quase um organismo vivo. E Palacio quase fez. Em rara falha de Hummels, o atacante conseguiu dominar na área e tocar por cima de Neuer, mas a bola saiu. Os minutos finais foram duros, pegados – a ponto de Schweinsteiger sair sangrando depois de Agüero deixar o braço no rosto dele. Ficou evidente o cansaço das duas equipes e a impressão de que só uma jogada aleatória poderia evitar os pênaltis.

Mas não houve aleatoriedade. Houve talento. Schürlle, brilhante, fez ótima jogada e mandou na área. Götze, ao matar no peito, encontrou a bola e a posteridade ao mesmo tempo. Mandou para o gol. Mandou para a história – para a história de uma enorme tetracampeã!

Fonte: http://globoesporte.globo.com

sábado, 12 de julho de 2014

Seleção volta a ter pane, sofre dois gols em 16 minutos, e Holanda é 3º

Árbitro erra em dois gols, em pênalti mal marcado e impedimento não visto, mas Brasil não tem forças para reagir e ouve de novo olé da torcida no fim


Não foi o desastre da última terça-feira, mas passou bem perto. A Seleção voltou a sofrer uma pane técnica, tática e emocional, tomou dois gols em 16 minutos, o primeiro deles aos dois, e encenou o último ato da Copa em casa com mais uma derrota. Sem balançar a rede do adversário há 240 minutos na Copa do Mundo, a Holanda se aproveitou das falhas do Brasil e dos erros da arbitragem para fazer 3 a 0 e ficar com o terceiro lugar.

Dessa vez, o adversário abriu o placar antes mesmo da Seleção conseguir ter a posse da bola. Depois de apenas dois cortes de cabeça para a lateral e trocas de passes sem perder o domínio, a Holanda abriu o placar em pênalti mal marcado pelo árbitro argelino Djamel Haimoudi de Thiago Silva em Robben (a falta foi fora da área) e convertido por Van Persie. Ampliou aos 16, em rebatida errada de David Luiz que Blind converteu. E selou mais um vexame em verde-amarelo quando boa parte dos 68.034 torcedores presentes ao Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, gritava olé, aos 46 do segundo tempo, com Wijnaldum.

Agora, é mirar 2018. Até a Copa da Rússia, a Seleção precisa se reencontrar. Em setembro, joga dois amistosos nos Estados Unidos, contra Colômbia e Equador. Em outubro, dia 11, tem o desafio do Superclássico das Américas, no Estádio Ninho do Pássaro, em Pequim. O adversário é a Argentina, finalista do Mundial - que enfrenta a Alemanha, neste domingo, no Maracanã, às 16h (de Brasília).

No meio do caminho até a Copa de 2018, o Brasil tem de novo pela frente o sonho de conquistar a medalha de ouro dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, com uma equipe sub-23, podendo ser reforçada por três jogadores mais velhos. Chance e tanto para mais uma renovação, a mesma que não deu tão certo em 2014. Resta saber ainda se quem continua à frente do projeto na CBF é Felipão, muito questionado após os dois vexames finais no Mundial.

Falta de eficiência ofensiva, de novo

Escalada desde o início com Maxwell na lateral-esquerda e Jô no comando do ataque, nas vagas de Marcelo e Fred, a Seleção entrou em campo com um meio de campo povoado por três volantes: Luiz Gustavo, Paulinho e Ramires. Para o setor criativo, apenas Oscar. O resultado foi que a primeira finalização saiu apenas aos 20 minutos, quando o placar já marcava 2 a 0. O camisa 11 arriscou de fora da área, mas Cilessen não precisou se esforçar muito para fazer a defesa.

Do outro lado do campo, Luiz Gustavo sofreu com as arrancadas de Robben no primeiro tempo. Sem conseguir se achar em campo, a Seleção só voltou a assustar a Holanda mais uma vez, aos 37, quando o volante cruzou rasteiro na pequena área, David Luiz e Paulinho pularam, mas não alcançaram para completar.


Com Neymar lesionado no banco de reservas, dando força para os companheiros e até ajudando nas orientações, chamou a atenção de novo a falta de poder ofensivo da Seleção. Municiado novamente por chutões da defesa, o ataque foi nulo.

Na volta para o segundo tempo, Felipão trocou Luiz Gustavo por Fernandinho. Mas o volante pouco fez além de ser punido com um cartão amarelo logo aos oito minutos, por falta em Van Persie. O problema era tamanho que Scolari fez mais uma substituição no meio de campo, aos 11, tirando Paulinho e colocando Hernanes.

Ramires chegou perto de fazer o gol, aos 13, num chute de fora da área. O lance mostrou mais uma vez a falta de força do Brasil no ataque. Numa última tentativa, Felipão trocou o volante do Chelsea por Hulk. Mas, assim como Fred, o substituto Jô continuou recebendo poucas bolas.



Aos 40, a paciência da torcida terminou de vez. Os gritos de olé começaram a ecoar. E a Holanda deu o golpe de misericórdia. Aos 45, Wijnaldum recebeu cruzamento da direita e, com muito espaço, finalizou de primeira. Foi o 14º gol sofrido pela Seleção na Copa, e Julio César ficou marcado como o goleiro brasileiro mais vazado em Mundiais, superando em três Taffarel, presente em 18 partidas em 1990, 94 e 98 - o atual titular ficou no banco em 2006 e disputou todas as 12 partidas em 2010 e 2014.

Ainda deu tempo para Van Gaal colocar em campo o segundo goleiro reserva, tirando o titular Cillessen e botando Vorm e completando pela primeira vez na história das Copas a utilização por uma seleção dos 23 jogadores convocados. Do lado do Brasil, Felipão só não deu chance a Victor e Jefferson.





Fonte: http://globoesporte.globo.com

OBRIGADO PELA VISITA!

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