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domingo, 5 de outubro de 2014

Geraldo Alckmin, do PSDB, é reeleito governador de São Paulo

Atual governador superou outros oito concorrentes ao cargo.
Skaf e Padilha aparecem na sequência na lista dos mais votados.



Geraldo Alckmin, do PSDB, foi reeleito neste domingo (5) governador de São Paulo para os próximos quatro anos. Com 92% dos votos válidos apurados por volta das 19h50, o tucano tinha 11,2 milhões de votos, o que correspondia a 57% dos votos válidos, contra 21% de Skaf (PSDB) (confira a apuração completa no estado).

A reeleição leva Alckmin ao quarto mandato como governador, mantendo a hegemonia dos tucanos no comando do estado. Desde a gestão do peemedebista Luiz Antônio Fleury Filho (1991 a 1995), nenhum outro partido foi eleito governador pelos paulistas.

Atualmente com 62 anos, Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho é natural de Pindamonhangaba, no interior de São Paulo. Ele nasceu em 7 de novembro de 1952, filho do médico veterinário Geraldo José Rodrigues Alckmin e de Myriam Penteado Rodrigues Alckmin. É casado com dona Lu Alckmin e tem três filhos, Sophia, Geraldo e Thomaz.

É formado em medicina pela Faculdade de Medicina de Taubaté e pós-graduado em anestesiologia no Hospital do Servidor Público de São Paulo. Integra o PSDB desde a fundação do partido, em 1988. Antes de ingressar no PSDB, foi integrante do MDB, entre 1972 e 1979, e do PMDB entre 1980 e 1988. 

Aos 19 anos foi eleito vereador em Pindamonhangaba, pelo MDB, mandato que exerceu entre 1972 e 1976. Em 1976, tornou-se prefeito eleito pelo MDB, aos 24 anos e manteve-se no cargo até 1982, quando desincompatibilizou-se para disputar o cargo de deputado estadual.

Foi deputado estadual pelo PMDB entre 1983 de 1987, deputado federal constituinte entre 1987 e 1991 pelo PMDB e deputado federal entre 1991 e 1995, pelo PSDB. Em 1994, foi eleito vice de Mário Covas (PSDB).



Renunciou ao mandato de deputado federal para assumir o mandato de vice-governador do estado de São Paulo, em 1º de janeiro de 1995. Disputou a Prefeitura de São Paulo em 2000, e obteve 17,25% dos votos válidos no primeiro turno.

Alckmin foi vice-governador entre 1995 e 2001. Assumiu o governo paulista em 6 de março de 2001 após a morte do então governador Mário Covas. Foi reeleito em 2002.

Afastou-se do governo paulista em 31 de março de 2006 para disputar a Presidência da República e foi derrotado no segundo turno pelo candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva.

Também disputou a Prefeitura de São Paulo em 2008, mas deixou a disputa ainda no primeiro turno, em terceiro lugar, com 22,48% dos votos.

A campanha de Alckmin
Geraldo Alckmin (PSDB) fez campanha para a reeleição sem deixar o cargo de governador de São Paulo. O tucano afirmou que apresentaria suas propostas ao eleitor em horário fora do expediente, sobretudo no almoço, e aproveitou compromissos oficiais como governador para anunciar, como candidato, projetos complementares.

Mesmo sem divulgar o plano de governo antes do 1º turno, os temas que centralizaram a campanha foram obras expansão do Metrô na Grande São Paulo e de interligação por trilhos da capital com o interior e o litoral. Pelos adversários, foi criticado e questionado sobre a crise de abastecimento no estado, mas negou a possibilidade de falta d’água e implantação de rodízio em São Paulo.

No setor da segurança, foi alvo de críticas sobre falhas no funcionamento do Detecta, software que integra informações dos bancos de dados da segurança pública na tentativa de diminuir a criminalidade. Durante a campanha, Alckmin prometeu dobrar o número de câmeras na capital e ampliar o sistema para todo o estado, mas foi questionado sobre a operação do Detecta. O candidato afirmou que o software ainda passava por testes, mas que já apresentava resultados.

Melhorias na área da saúde, como construção de novos hospitais, ampliação de exames oferecidos e do atendimento de referência em unidades estaduais, também foram prometidas pelo tucano. Alckmin divulgou que a prioridade de seu governo, em caso de sua reeleição, seria expandir a rede de combate ao câncer no estado.

Já na campanha durante o horário politico, Alckmin conseguiu suspender bloco de propaganda de Paulo Skaf (PMDB) na TV que fazia denúncias na área da segurança pública contra o tucano. O vídeo exibia o depoimento da irmã de um policial militar assassinado no qual ela afirma que o caso havia sido registrado na delegacia como latrocínio, em vez de homicídio qualificado. O tucano também obteve direito de resposta na televisão.



Fonte:http://g1.globo.com

sábado, 30 de agosto de 2014

TSE lança novas campanhas de esclarecimento ao eleitor

As peças publicitárias já estão sendo veiculadas nas emissoras de rádio e televisão de todo o país e também podem ser acessadas no Portal do Tribunal na internet.




“Conheça bem o seu candidato, pense antes de votar. Você é responsável pelos políticos que escolhe”. O alerta da Justiça Eleitoral aos mais de 142,8 milhões de eleitores brasileiros faz parte de uma das três novas campanhas de esclarecimento sobre as Eleições 2014, lançadas esta semana pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As peças publicitárias já estão sendo veiculadas nas emissoras de rádio e televisão de todo o país e também podem ser acessadas no Portal do Tribunal na internet.

Cada uma das três campanhas é composta de um filmete e um spot de rádio. O objetivo é esclarecer o eleitorado sobre a importância de exercer sua cidadania por meio do voto, participando ativamente das eleições e conhecendo o processo e os sistemas eleitorais. A realização de campanhas de esclarecimento pela Justiça Eleitoral é prevista na Resolução nº 22.657/2007.

“Pense bem antes de votar” é o nome da primeira campanha, que está no ar, na TV e no rádio, desde segunda-feira (25). A ideia das peças publicitárias é destacar o significado do voto consciente. Para tanto, segundo a mensagem, é imprescindível conhecer o passado dos candidatos e suas propostas, pois o voto não acaba com a escolha na urna eletrônica: depois da eleição, é hora de o cidadão cobrar resultados dos representantes eleitos.

O papel da Justiça Eleitoral

A segunda campanha, intitulada “Por trás do voto”, mostra todo o trabalho que é desenvolvido pela Justiça Eleitoral para garantir uma eleição rápida, segura e democrática. As peças desvendam o que os servidores, colaboradores, agentes, juízes e órgãos deste ramo especializado do Judiciário fazem em período de eleição ou não, há décadas, desmistificando o mito de que a Justiça Eleitoral só trabalha de dois em dois anos.

Segurança das urnas 

A última campanha, “Portas”, tem por objetivo reforçar um fato que é de conhecimento nacional e internacional há 18 anos: as urnas eletrônicas brasileiras são modernas, rápidas e, principalmente, seguras. Isso porque vários recursos de segurança – como criptografia, assinatura digital, lacração e armazenamento em sala-cofre – garantem o sigilo do voto e impedem qualquer tipo de fraude.

Campanhas anteriores

É papel institucional do TSE realizar campanhas de esclarecimento ao eleitor em ano eleitoral ou não. Com foco nas Eleições 2014, o Tribunal desenvolveu diversas iniciativas nesse sentido. A campanha “Vempraurna”, ainda no ar nas emissoras de rádio e TV, busca dar o seguinte recado aos eleitores brasileiros, especialmente aos jovens: votar é um exercício de cidadania e é por meio do voto que os brasileiros podem se fazer ouvir.

Outros temas também foram abordados em campanhas da Justiça Eleitoral desde o início do ano: voto em trânsito, atuação de mesários, participação da mulher na política, participação do eleitor sertanejo e ribeirinho nas eleições, alistamento eleitoral e mudança de domicílio, alistamento de eleitor no exterior e do jovem eleitor e recadastramento biométrico.

Todas as campanhas publicitárias das Eleições 2014 podem ser acessadas no Portal do TSE.


Fonte:http://nominuto.com

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Consult: Henrique sustenta liderança para o Governo


Pesquisa do Instituto Consult/98 FM, divulgada ontem, mostra a liderança do candidato do PMDB ao governo do Estado, o deputado federal Henrique Eduardo, com 35,12% das intenções de votos, pouco menos de 10 pontos a frente do principal adversário, o vice-governador Robinson de Faria (PSD), que tem 25,29%. Na disputa pela vaga no Senado Federal, a amostra registra um “empate técnico” entre a vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria (PDB), com 34% das intenções de votos, e a deputada federal Fátima Bezerra (PT), com 31,59%.

O empate técnico leva em consideração a margem de erro admitida pela pesquisa, de 2,2% para mais ou para menos. Com essa variação, Wilma de Faria pode cair para 31,8% e Fátima Bezerra chegar a 33,79%. No entanto, as projeções permitem uma outra situação extrema:, Wilma pode chegar até 36,2% e Fátima cair para 29,39%, o que eliminaria a possibilidade de empate técnico. O Instituto Consult ouviu 1.700 eleitores em dez áreas geográficas do Estado, abrangendo 58 municípios. O grau de confiabilidade dos resultados é de 95%.

Na eleição para o Governo do Estado, ainda pontuaram os candidatos Robério Paulino (PSOL), com 0,88%; Simone Dutra (PSTU), com 0,71% e Araken Farias (PSL), com 0,47%. Os entrevistados que disseram não ter decidido por nenhum dos candidato listados (os questionários com esses resultados são de respostas estimuladas) somaram 20,35% e os que afirmaram não saber em quem votar 17,8%.

Para o Senado Federal, os candidatos Professora Ana Célia (PSTU) teve 1,18%; Roberto Ranconi (PSL), 0,65% e Professor Lailson (PSOL), 0,59%. Os que disseram não ter nenhum candidato para o Senado 18,65% e os que não sabem 13,35%. O Instituto Consult mostrou ainda que na corrida para a presidência da República, a liderança é da presidenta Dilma Rousseff (PT), com 40,94% das intenções de votos; seguida de Marina Silva (PSB), com 25,35%, e Aécio Neves (PSDB), com 9,82%. Outros candidatos pontuaram abaixo de 1%. Os que disseram ainda não ter candidato para presidente somam 11,24% e os que não sabem em quem votarão 11,47%.

Para as eleições proporcionais, o Instituto Consultmostra os candidatos a deputado estadual e federal mais citados. Na lista para a Câmara dos Deputados, os mais lembrados são nomes que disputam a reeleição. Na lista para a Assembléia Legislativa, além de atuais detentores de mandatos também aparecem alguns novatos (confira as duas listas nesta página).

A pesquisa mostra, ainda, os índices de rejeição de cada candidato ao governo (aqueles nos quais o eleitor não admite votar de jeito nenhum). Os resultados são: Henrique Eduardo com 13,6; Robinson Faria, 9,9; Araken Faria 2,9; Robério Paulino com 2,1; Simone Dutra com 1,7, e “todos” 19,6 e não sabe 51,6.







Fonte:http://tribunadonorte.com.br

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Dilma, Aécio e Campos obtêm 99% das doações a presidenciáveis

TSE divulgou primeira prestação de contas da campanha eleitoral.
No total, os três arrecadaram R$ 21 mi dos R$ 22 mi doados desde julho.


Os presidenciáveis que ocupam as três primeiras posições nas pesquisas de intenção de voto – Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) – arrecadaram em menos de um mês R$ 21,8 milhões, 99% do total declarado pelos 11 candidatos a presidente da República.

Os dados fazem parte da primeira prestação de contas parcial da campanha eleitoral, divulgada nesta quarta-feira (6) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O início da arrecadação foi autorizado a partir da abertura das contas dos candidatos, permitida somente após o registro das candidaturas, cujo prazo terminou em 5 de julho. Os valores foram arrecadados até 2 de agosto, último dia para a apresentação da primeira prestação parcial.

Juntos, oito dos 11 candidatos arrecadaram R$ 22,019 milhões.

Dilma Rousseff foi a que mais arrecadou (43,7% do total), seguida de Aécio (36,8%) e Campos (18,4%) –confira os valores na tabela ao lado. Três informaram não ter arrecadado nada.

Despesas
Os 11 candidatos também informaram ao TSE ter gastado R$ 11,917 milhões. Aécio, Dilma e Campos, juntos, declararam despesas de R$ 11,5 milhões.

Aécio foi o que teve o maior gasto – R$ 7,3 milhões. Campos informou ter despesa exatamente igual à receita – R$ 4,071 milhões.

Dilma informou ter gastado R$ 86 mil, menos que os candidatos Pastor Everaldo (R$ 206 mil) e Luciana Genro (R$ 93,7 mil).

Os valores de despesas declarados foram:

- Aécio Neves: R$ 7.349.511,39
- Eduardo Campos: R$ 4.071.121,46
- Pastor Everaldo: R$ 206.836,13
- Luciana Genro: R$ 93.739,29
- Dilma Rousseff: R$ 86.314,71
- Zé Maria: R$ 46.266,69
- Eymael: R$ 35.174,43
- Levy Fidelix: R$ 28.606,16
- Mauro Iasi: R$ 64,40
- Eduardo Jorge: R$ 0
- Rui Costa Pimenta: R$ 0
- Total: R$ 11.917.634,66

A ARRECADAÇÃO DOS PRESIDENCIÁVEIS (informações da primeira prestação de contas)
R$ 9.639.314,71
Aécio Neves (PSDB)
R$ 8.111.110,54
R$ 4.071.121,46
R$ 96.637,65
R$ 38.304,69
Levy Fidelix (PRTB)
R$ 31.250,00
Mauro Iasi (PCB)
R$ 16.600,00
Eymael (PSDC)
R$ 15.000,00
R$ 0
R$ 0
R$ 0
Total
R$ 22.019.339,05
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral

Doações ocultas

As doações podem ser feitas diretamente para contas dos políticos, contas do comitê financeiro para o cargo de presidente ou repassadas do partido para o candidato.

Entre as empresas que doaram para o comitê financeiro de Aécio Neves, as maiores quantias vieram da Construtora OAS, JBS e Andrade Gutierrez.

Para Dilma Rousseff via comitê financeiro, as maiores doações vieram de UTC Engenharia, Banco Safra, Seara Alimentos e Construtora OAS.

Os principais doadores para o comitê financeiro de Campos foram JBS, Atasuco, Banco Safra e Banco Santander.

Uma resolução foi aprovada pelo plenário do TSE para tentar coibir as chamadas "doações ocultas", quando a empresa doa para o partido, que por sua vez repassa ao político, impedindo a verificação, por parte do eleitor, sobre a origem da doação. O TSE estabeleceu que é preciso indicar o doador originário ao declarar valor recebido do partido.

No entanto, poucas doações recebidas dos partidos pelos presidenciáveis indicam a origem dos valores, conforme prevê a regra.

O G1 consultou a assessoria do tribunal para saber se os partidos não precisavam apresentar o dado na primeira prestação de contas parcial e aguarda resposta. O tribunal informou que só terá resposta sobre o tema nesta quinta-feira (6).

Maiores e menores doações
A maior doação registrada diretamente para os candidatos à Presidência veio da JBS, que repassou R$ 4,5 milhões para a campanha de Dilma Rousseff. A segunda maior doação foi da CRBS, de R$ 4 milhões, também para DIlma.

As menores doações foram de R$ 7,75 para Dilma e de R$ 15 para Luciana Genro, ambas de pessoas físicas.

Gastos dos candidatos
Aécio Neves declarou ter usado R$ 56 mil para pagamento ao escritório de advocacia do ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Ayres Britto. Britto deu parecer, divulgado por Aécio, que afirmou ter sido legal a construção do aeroporto de Cláudio.



Aécio é alvo de questionamentos por conta da construção do aeroporto, em terras que pertenceram à família dele.

Fonte:http://g1.globo.com

terça-feira, 15 de julho de 2014

83% dos estrangeiros aprovaram organização da Copa, diz Datafolha

nstituto ouviu 2.209 visitantes estrangeiros entre 1º e 11 de julho.
69% dos estrangeiros ouvidos disseram que morariam no Brasil.

 

Pesquisa do Instituto Datafolha publicada pelo jornal “Folha de São Paulo” nesta terça-feira (15) mostra que a orgranização da Copa do Mundo realizada no Brasil agradou a 83% dos estrangeiros que vieram ao país para assistir aos jogos.

A pesquisa ouviu 2.209 estrangeiros de mais de 60 países nos aeroportos de São Paulo, Rio e Brasília e em Fan Fests e locais de grande concentração nas cidades de Belo Horizonte, Salvador e Fortaleza, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília entre os dias 1º e 11 de julho. O universo pesquisado não representa o total de estrangeiros que vieram ao Brasil – segundo balanço do governo, 1 milhão de turistas vieram de 202 países.

A aprovação dos estrangeiros foi quase total no quesito hospitalidade: 95% dos entrevistados disseram que a recepção foi ótima ou boa. Outros 92% dos visitantes gostaram dos estádios no que diz respeito a conforto e a segurança.

No item custo de vida do país, a maioria dos entrevistados deu nota regular: 32%. Outros 29% consideraram ruim ou péssimo; e 29%, bom ou ótimo. 10% não souberam opinar.

Entre os entrevistados, 69% disseram que gostariam de morar no Brasil.

A organização do Mundial foi avaliada como ótima ou boa por 83% dos estrangeiros; 12% a consideraram regular; e 3%, ruim ou péssima.

Uma maioria de 76% achou ótima ou boa a qualidade do transporte até os estádios. A mobilidade urbana foi avaliada como melhor do que o esperado para 46%, dentro do esperado para 40% e pior que o esperado para 11%.

O transporte aéreo recebeu avaliação ótima ou boa de 76% das pessoas ouvidas. 10% deram nota regular; e 4%, ruim.

O custo do setor hoteleiro foi considerado bom ou ótimo por 32%; 26% avaliaramo os preços como regulares; e 27%, ruins ou péssimos. 16% não souberam responder.

Protestos e segurança

Dos entrevistados, 72% consideraram ótima ou boa a estrutura para segurança pessoal no Brasil; 19% deram avaliação regular e 6%, ruim ou péssima.
Quando perguntados especificamente sobre a segurança dos turistas, 82% avaliaram como ótima ou boa; 13% acharam regular; 3%, ruim ou péssima.

71% disseram que não presenciaram protestos contra o Mundial. Outros 29% afirmaram ter presenciado os atos.

O Datafolha também perguntou a impressão dos estrangeiros sobre as manifestações, presenciadas ou não. 43% dos entrevistados afirmaram achar que os protestos foram pacíficos; 19% disseram que foram violentos; 37% disseram que não ficaram sabendo dos atos.

Fonte: http://g1.globo.com

Jogadores da Alemanha brincam e puxam a festa do título com multidão

Abastecidos com cerveja durante viagem, campeões roubam microfones, dançam e até se jogam no chão para mostrar taça. Faixa tem agradecimento em português

Cerca de 400 mil torcedores largaram trabalho, escola ou qualquer outro dever para receber a seleção alemã campeã da Copa do Mundo, na manhã desta terça-feira, em Berlim. E nem se incomodaram com o atraso na programação e a espera de quase cinco horas de pé só para verem os craques responsáveis pela façanha no Brasil.

Todos os protocolos foram quebrados para a realização de uma festa inesquecível aos alemães. O evento teve direito até a uma parte do agradecimento em português. Em uma faixa exibida pelos jogadores, estava escrito "obrigado fans".

Na chegada a Berlim, o voo da seleção mudou de rota e deu praticamente um rasante na multidão que já esperava pelos campeões no Portão de Branderburgo, onde uma série de shows com artistas locais.
- Eu fiquei arrepiada, nunca vou esquecer desse momento, que coisa mais linda - disse uma torcedora.


O pouso no aeroporto foi transmitido ao vivo pelo telão e comemorado como gol pelos torcedores, que assistiram e vibraram com cada momento no percorrer do caminho. Da saída dos jogadores do avião, ao desfile em carro aberto, até, finalmente, a chegada na concentração principal.

O elenco de estrelas passou a viagem inteira do avião até o Portão de Brandemburgo tomando cervejas. Quando chegaram no palco, colocaram para fora a emoção com brincadeiras e cantos. O primeiro a 'aprontar' foi Toni Kroos, que roubou o microfone do apresentador do evento e puxou um grito em homenagem a Miroslav Klose, agora o maior artilheiro da história das Copas, com 16 gols.



 - Deus do futebol! Deus do futebol! - gritava a multidão

Depois foi a vez do goleiro Manuel Neuer, um dos preferidos dos alemães tomar conta da bagunça. Primeiro, o arqueiro pediu silêncio, e depois puxou mais um grito de celebração ao título. Götze, Schweinsteiger e Müller foram os mais aplaudidos pelo público. O último, artilheiro da Alemanha nesta Copa com cinco gols, foi o responsável por puxar a tradicional 'Humba', dança de celebração das vitórias alemãs.

 Em um momento engraçado, quando foram chamados ao palco, Müller, Hummels, e mais alguns jogadores, entraram de cabeça baixa e em silêncio, foram até o limite, onde estava o público, e se jogaram no chão. No meio deles, escondido, estava o baixinho Philip Lahm, capitão do time, com a taça. A torcida enlouqueceu. A festa foi perfeita, à altura do futebol apresentado pela Alemanha no Brasil, e merecida, pelo quarto título do país na Copa do Mundo.


Fonte: http://globoesporte.globo.com

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Fifa lista os premiados da Copa do Mundo de 2014

O Brasil, infelizmente, somente está representado na chuteira de Bronze de Neymar, que marcou quatro gols.


A Copa do Mundo terminou com a superação da Alemanha que conquista o tetracampeonato sobre a Argentina após 24 anos sem título. Logo após o apito do juiz, já era possível saber quais foram os craques da competição, segundo a Fifa. 

Confira a lista completa:


Campeã Mundial
Alemanha

Vice-Campeã
Argentina

Terceiro lugar
Holanda

Bola de Ouro (melhor jogador)
Messi, Argentina

Bola de Prata
Thomas Müller, Alemanha

Bola de Bronze
Arjen Robben, Holanda

Luva de Ouro (melhor goleiro)
Manuel Neuer, Alemanha

Chuteira de Ouro (artilheiro de 2014)
James Rodriguez, Colômbia

Chuteira de Prata
Thomas Mueller, Alemanha

Chuteira de Bronze
Neymar, Brasil.

Prêmio Fifa Far Play
Colômbia

O Brasil, infelizmente, somente está representado na chuteira de Bronze de Neymar, que marcou quatro gols e ficou atrás de Mueller (Alemanha), cinco gols, e James Rodríguez (Colômbia), com seis gols.



Apesar da derrota na prorrogação da grande final da Copa do Mundo, Messi foi eleito o melhor jogador do Mundial 2014.  A Argentina voltou a uma final de Copa após um regime de 24 anos. O retorno à decisão só foi possível graças ao craque Lionel Messi, eleito quatro vezes seguidas o melhor jogador do mundo (entre 2009 e 2012). O camisa 10 alviceleste brilhou na competição, marcando quatro gols decisivos.


O jovem James Rodríguez, de 22 anos, foi o comandante da melhor campanha da seleção colombiana na história. Mais do que isso, o Camisa 10 cafetero termina o Mundial como artilheiro da Copa, com seis gols. Um deles, marcado contra o Uruguai nas oitavas de final, figura entre os mais bonitos da competição.

Fonte: http://nominuto.com

Sem Messi, seleção da Copa tem dois jogadores brasileiros e cinco alemães

Em levantamento baseado apenas em estatísticas, Fifa divulga equipe ideal da Copa do Mundo com Oscar e Thiago Silva. Volante alemão Kroos tem os melhores números

Sem Messi, dono da Bola de Ouro, a Fifa divulgou a última atualização da seleção da Copa do Mundo, nesta segunda-feira, com os brasileiros Oscar e Thiago Silva. Além disso, cinco campeões com a Alemanha estão na equipe ideal do Mundial: o goleiro Manuel Neuer, o zagueiro Mats Hummels, o lateral Philipp Lahm (como meio-campista), o atacante Thomas Müller e o volante Toni Kroos - esse o dono dos melhores números da competição.

Os números não têm qualquer relação com a premiação da Fifa divulgada neste domingo, com base na análise do Grupo de Estudos Técnicos da FIFA (TSG). Vice-campeão com a Argentina, Messi ganhou a Bola de Ouro, de melhor jogador, e o francês Pogba foi considerado a revelação da competição. Mesmo assim, nenhum deles esteve na lista divulgada nesta segunda-feira, baseada nas estatísticas.

Com nota de 9,46, o craque do Mundial, por exemplo, foi considerado apenas o 11º no ranking de estatísticas, atrás até mesmo do francês Benzema (que também não está na seleção). A melhor avaliação foi de Toni Kroos (9,79), seguido pelos holandeses Robben (9,74) e De Vrij (9,7), ambos na seleção da Fifa - o argentino Marcos Rojo e o colombiano James Rodríguez completam a lista da seleção ideal.


Diante da campanha frustrante, com a quarta colocação, após duas derrotas seguidas (sendo uma a goleada por 7 a 1 para a Alemanha), o Brasil teve Oscar e Thiago Silva na seleção. Sem participar da reta final da competição, Neymar terminou com apenas a 16ª melhor média. David Luiz também caiu consideravelmente e, de acordo com as estatísticas, foi o 13º melhor da Copa do Mundo.

Usado anteriormente nas edições de 2009 e 2013 da Copa das Confederações e no Mundial de 2010, o índice mede itens como passe, desarme e movimentação em campo e uma equipe avalia se esses números influenciaram positivamente ou negativamente nas jogadas de gols da partida. Com as estatísticas em mãos, os analistas dão notas de 0 a 10 para cada jogador, e as melhores médias por posição resultam na seleção da Fifa. 

 No ano passado, na Copa das Confederações, o brasileiro Fred teve os melhores números no índice. No Mundial de 2010, na África do Sul, o vencedor foi Sergio Ramos, da Espanha.

Fonte: http://globoesporte.globo.com

domingo, 13 de julho de 2014

Astronautas na Estação Espacial assistem à final da Copa no Brasil

Um dos astronautas postou foto no Twitter.
'Ótimo jogo até agora', disse Reid Wiseman.

O astronauta Reid Wiseman postou há pouco a imagem do grupo que está na Estação Espacial Internacional assistindo ao jogo entre Argentina e Alemanha, partida final da Copa do Mundo disputada no Maracanã, no Rio de Janeiro.

"Ótimo jogo até agora", escreveu ele em sua conta no Twitter. Ao fundo, com a camisa da seleção alemã, está Alexander Gerst, nascido na Alemanha.








 Fonte:http://g1.globo.com

Fred diz a jornal que Seleção "já deu" e revela que vai pedir folga ao Flu

Em entrevista ao "Estado de S. Paulo" deste domingo, atacante admite desempenho ruim na Copa do Mundo e afirma que precisa de um tempo para se recompor


Um dos jogadores mais criticados da Seleção na Copa do Mundo, Fred desabafou após a derrota para a Holanda por 3 a 0, em Brasília, que marcou a despedida do Brasil da competição. Em entrevista do jornal "Estado de S. Paulo" deste domingo, o atacante, de 30 anos, foi curto e grosso ao falar sobre o seu futuro com a camisa amarelinha.

- Para mim, já deu - disparou.

Apesar de reconhecer seu desempenho ruim, Fred rechaçou o rótulo de "novo" Barbosa, goleiro que ficou marcado por falhar na final contra o Uruguai, em 1950. Segundo o camisa 9, todo o grupo é responsável pelo fracasso da Seleção no Mundial.

- Eu assumo a minha parte. Queria fazer mais. Não estava machucado ou com problemas físicos. Mas volto a dizer que a culpa é de todos. O futebol te dá muitas coisas e depois de tira também, para mais para frente te dar novamente. Ele me tirou na Copa. Nós, brasileiros, principalmente as pessoas que influenciam na opinião pública, temos a mania feia de procurar um ou dois para crucificar. Até mesmo no sucesso, fazemos isso para eleger um "Deus". Digo que somos uma equipe, e estamos abraçados até o último minuto - afirmou ao jornal.


Por fim, o atacante afirmou que vai conversar com a diretoria do Fluminense para ficar um tempo afastado das atividades até se recuperar da frustração com a Seleção.

- Dessa vez vou pedir um tempo para o Fluminense. Após a Copa das Confederações, o Fluminense me ofereceu uma folga e eu não quis. Mas não consegui me desligar. Agora, preciso de um tempo para me recompor e esquecer tudo. Vou pedir um tempo para o clube.





Fonte: http://globoesporte.globo.com

Seleção recebe R$ 44 milhões por quarto lugar, e grupo vai dividir 25%

CBF vai distribuir premiação entre os 23 jogadores e a comissão técnica do Brasil


Por conta do quarto lugar da seleção brasileira na Copa do Mundo, a CBF vai receber da Fifa US$ 20 milhões (cerca de R$ 44 milhões) em premiação. E como foi acertado antes do início do torneio, logo na primeira reunião entre os atletas com a entidade, ainda na Granja Comary, em Teresópolis, o valor que será dividido entre os 23 jogadores e os membros da comissão técnica equivale a 25% do montante - R$ 11 milhões.

Caso a equipe ficasse com o título, a CBF receberia da Fifa cerca de US$ 35 milhões (quase R$ 80 milhões). E o valor rateado entre os atletas seria de 50% da premiação total. Caso tivesse derrotado a Holanda, o Brasil receberia cerca de R$ 50 milhões. Porém, na decisão do terceiro lugar, no último sábado, a equipe de Luiz Felipe Scolari foi derrotada pela Laranja por 3 a 0, no Mané Garrincha, em Brasília.

O presidente da CBF, José Maria Marin, ainda não definiu o futuro da seleção brasileira. Nos próximos dias, a entidade deve se manifestar sobre a continuidade ou não do técnico Luiz Felipe Scolari no comando da equipe. Após a derrota por 7 a 1 do Brasil para a Alemanha, o dirigente preferiu aguardar a disputa do terceiro lugar, no último sábado.

Fonte: http://globoesporte.globo.com

Para a história! Alemanha é tetra no Maracanã com gol na prorrogação!

Mário Götze sai do banco e faz o único gol do tetracampeonato alemão, para delírio de torcedores brasileiros e frustração dos argentinos no Rio

A maluquice é pensar que não temos vaga ideia do que fazíamos em 3 de junho de 1992, quando pela primeira vez Mario, mais um recém-nascido qualquer a chorar num hospital qualquer da Alemanha, viu a luz. Dada nossa sina de marionetes do tempo, estávamos indiferentes à história que começava a ser costurada – lavávamos louça, víamos novela, reclamávamos do centroavante tosco de nosso time, discutíamos futebol com nosso pai, aquela figura de rugas desenhadas também pela dor e pela glória que o futebol tanto nos dá. Não podíamos imaginar o que aconteceria tanto tempo depois, naquele inalcançável 13 de julho de 2014, naquele futuro domingo de sol no Maracanã, naquele instante precioso em que o pequeno Mario, o gigante Mario Götze, com apenas 22 anos e uma eternidade pela frente, receberia de Schürrle aos oito minutos do segundo tempo da prorrogação, dominaria no peito e desviaria para o gol. Não podíamos calcular que surgia o protagonista da vitória por 1 a 0 na final, o sujeito que evitaria uma festa da Argentina no Maracanã, o atleta que tornaria a Alemanha tetracampeã mundial de futebol!



A Argentina de Messi foi grande até os limites supremos. Encarou um time melhor e talvez merecesse a vitória, o título, tanto quanto a Alemanha. Detalhes mudam vidas, mudam histórias, e agora eles penderam para Alemanha – para euforia, absoluto delírio, da torcida brasileira presente no Maracanã. A seleção germânica se iguala à Itália como tetracampeã mundial. O Brasil segue soberano, com cinco conquistas, e a Argentina continua com duas. O terceiro duelo entre alemães e argentinos em finais é também a primeira vez que uma seleção europeia ganha a Copa no continente americano.

O mundo diante de Higuaín

Sussurros seriam ouvidos do outro lado do estádio se alguém ousasse abrir a boca aos 20 minutos do primeiro tempo, naqueles dois ou três segundos de mutismo coletivo em que Higuaín recebeu uma bola de presente de Toni Kroos e, sozinho, avançou com ela na direção de Neuer. Existem chances que não se perdem nem em peladas de família, quanto mais numa final de Copa do Mundo, mas o atacante argentino, talvez embasbacado pela oportunidade que ganhara, talvez se perguntando se merecia tanto, cometeu a insanidade de desperdiçar o gol.

O problema é que o futebol tem algo de rancoroso. O mesmo Higuaín, alguns minutos depois, entrou na área feito um caminhão sem freios, aproveitou cruzamento de Lavezzi, lá da direita, e mandou para as redes. Saiu vibrando, em surto, correndo como um sujeito que daria a volta ao mundo se o Maracanã não tivesse paredes, mas aí o teto dele desabou: do outro lado, o auxiliar, esse corta-prazeres de atacantes, tinha sua bandeira erguida. Correto: o atacante estava de fato impedido.


A grande questão é que os dois lances, acrescidos de uma arrancada assombrosa de Messi (cortada por um Boateng que só precisa de um par de asas para ser decretado anjo da equipe), mostram que houve algo de errado no sólido reino defensivo germânico. Os problemas começaram antes de o jogo começar, por mais estranho que pareça. Khedira, peça essencial na engrenagem do meio-campo, sentiu dores musculares no aquecimento. Não foi a campo. Entrou Kramer, que só tinha jogado 11 minutos na Copa inteira e também sairia lesionado, ainda no primeiro tempo, para a entrada de Schürrle.

Frigidos os ovos, é notável que a Argentina fez muito bom primeiro tempo – e não foi graças apenas aos eternos incômodos causados por Messi e suas disparadas de homem de mil pernas. Também pela defesa. E mesmo se baseando numa estratégia curiosa: deixar Schweinsteiger passear pelo campo como se estivesse de férias. Alejandro Sabella, por algum motivo, preferiu concentrar atenções em acossar os atletas servidos pelo camisa 7, não o próprio. A tática parece suicida, mas até que deu resultado. Porém, quase ruiu no finzinho da etapa, quando Höwedes subiu nas cercanias da estratosfera para cabecear na trave argentina. No rebote, a bola ainda bateu em Müller, e Romero defendeu, mas o lance já estava anulado por impedimento.

Quase, Messi!

A expectativa de qualquer ser humano alimentado de esperanças é que Messi, ao ir para o vestiário, seja acometido por uma crise de piedade e resolva parar de infernizar defesas alheias. Mas não costuma acontecer – quem não voltou foi Lavezzi, substituído por Agüero. Com menos de dois minutos no segundo, a Pulga recebeu em profundidade na esquerda e mandou um chute cruzado que triscou a trave protegida pelas luvas de Neuer. Quase.


A partir daí, as chances de gol se tornaram mais escassas. As equipes encontraram dificuldades de escapar ao ataque, e o jogo ficou mais preso nos limites entre uma intermediária e outra. A parte final da construção passou a ter repetidos erros de lado a lado – linda jogada de Özil poderia ter resultado em gol mesmo assim, mas Kroos bateu mal. E a prorrogação começou a dar as caras no Maracanã.

As duas seleções, com o passar do tempo, ficaram mais e mais encabuladas de tentar movimentos que expusessem suas defesas. Mesmo as trocas foram comedidas: na Argentina, Palacio no lugar de Higuaín, Gago no de Enzo Perez; na Alemanha, Götze na vaga de Klose. Consequência: prorrogação.

O último ato

A Alemanha entrou na prorrogação babando de vontade de ganhar. No primeiro lance do tempo extra, Schürrle quase marcou. Romero espalmou o chute do atacante. A Argentina, fechada, deixou claro que se abraçaria aos contra-ataques, e os europeus passaram a ter domínio do jogo – mas sem grande contundência.


A tensão era evidente no Maracanã – era quase um organismo vivo. E Palacio quase fez. Em rara falha de Hummels, o atacante conseguiu dominar na área e tocar por cima de Neuer, mas a bola saiu. Os minutos finais foram duros, pegados – a ponto de Schweinsteiger sair sangrando depois de Agüero deixar o braço no rosto dele. Ficou evidente o cansaço das duas equipes e a impressão de que só uma jogada aleatória poderia evitar os pênaltis.

Mas não houve aleatoriedade. Houve talento. Schürlle, brilhante, fez ótima jogada e mandou na área. Götze, ao matar no peito, encontrou a bola e a posteridade ao mesmo tempo. Mandou para o gol. Mandou para a história – para a história de uma enorme tetracampeã!

Fonte: http://globoesporte.globo.com

sábado, 12 de julho de 2014

Seleção volta a ter pane, sofre dois gols em 16 minutos, e Holanda é 3º

Árbitro erra em dois gols, em pênalti mal marcado e impedimento não visto, mas Brasil não tem forças para reagir e ouve de novo olé da torcida no fim


Não foi o desastre da última terça-feira, mas passou bem perto. A Seleção voltou a sofrer uma pane técnica, tática e emocional, tomou dois gols em 16 minutos, o primeiro deles aos dois, e encenou o último ato da Copa em casa com mais uma derrota. Sem balançar a rede do adversário há 240 minutos na Copa do Mundo, a Holanda se aproveitou das falhas do Brasil e dos erros da arbitragem para fazer 3 a 0 e ficar com o terceiro lugar.

Dessa vez, o adversário abriu o placar antes mesmo da Seleção conseguir ter a posse da bola. Depois de apenas dois cortes de cabeça para a lateral e trocas de passes sem perder o domínio, a Holanda abriu o placar em pênalti mal marcado pelo árbitro argelino Djamel Haimoudi de Thiago Silva em Robben (a falta foi fora da área) e convertido por Van Persie. Ampliou aos 16, em rebatida errada de David Luiz que Blind converteu. E selou mais um vexame em verde-amarelo quando boa parte dos 68.034 torcedores presentes ao Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, gritava olé, aos 46 do segundo tempo, com Wijnaldum.

Agora, é mirar 2018. Até a Copa da Rússia, a Seleção precisa se reencontrar. Em setembro, joga dois amistosos nos Estados Unidos, contra Colômbia e Equador. Em outubro, dia 11, tem o desafio do Superclássico das Américas, no Estádio Ninho do Pássaro, em Pequim. O adversário é a Argentina, finalista do Mundial - que enfrenta a Alemanha, neste domingo, no Maracanã, às 16h (de Brasília).

No meio do caminho até a Copa de 2018, o Brasil tem de novo pela frente o sonho de conquistar a medalha de ouro dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, com uma equipe sub-23, podendo ser reforçada por três jogadores mais velhos. Chance e tanto para mais uma renovação, a mesma que não deu tão certo em 2014. Resta saber ainda se quem continua à frente do projeto na CBF é Felipão, muito questionado após os dois vexames finais no Mundial.

Falta de eficiência ofensiva, de novo

Escalada desde o início com Maxwell na lateral-esquerda e Jô no comando do ataque, nas vagas de Marcelo e Fred, a Seleção entrou em campo com um meio de campo povoado por três volantes: Luiz Gustavo, Paulinho e Ramires. Para o setor criativo, apenas Oscar. O resultado foi que a primeira finalização saiu apenas aos 20 minutos, quando o placar já marcava 2 a 0. O camisa 11 arriscou de fora da área, mas Cilessen não precisou se esforçar muito para fazer a defesa.

Do outro lado do campo, Luiz Gustavo sofreu com as arrancadas de Robben no primeiro tempo. Sem conseguir se achar em campo, a Seleção só voltou a assustar a Holanda mais uma vez, aos 37, quando o volante cruzou rasteiro na pequena área, David Luiz e Paulinho pularam, mas não alcançaram para completar.


Com Neymar lesionado no banco de reservas, dando força para os companheiros e até ajudando nas orientações, chamou a atenção de novo a falta de poder ofensivo da Seleção. Municiado novamente por chutões da defesa, o ataque foi nulo.

Na volta para o segundo tempo, Felipão trocou Luiz Gustavo por Fernandinho. Mas o volante pouco fez além de ser punido com um cartão amarelo logo aos oito minutos, por falta em Van Persie. O problema era tamanho que Scolari fez mais uma substituição no meio de campo, aos 11, tirando Paulinho e colocando Hernanes.

Ramires chegou perto de fazer o gol, aos 13, num chute de fora da área. O lance mostrou mais uma vez a falta de força do Brasil no ataque. Numa última tentativa, Felipão trocou o volante do Chelsea por Hulk. Mas, assim como Fred, o substituto Jô continuou recebendo poucas bolas.



Aos 40, a paciência da torcida terminou de vez. Os gritos de olé começaram a ecoar. E a Holanda deu o golpe de misericórdia. Aos 45, Wijnaldum recebeu cruzamento da direita e, com muito espaço, finalizou de primeira. Foi o 14º gol sofrido pela Seleção na Copa, e Julio César ficou marcado como o goleiro brasileiro mais vazado em Mundiais, superando em três Taffarel, presente em 18 partidas em 1990, 94 e 98 - o atual titular ficou no banco em 2006 e disputou todas as 12 partidas em 2010 e 2014.

Ainda deu tempo para Van Gaal colocar em campo o segundo goleiro reserva, tirando o titular Cillessen e botando Vorm e completando pela primeira vez na história das Copas a utilização por uma seleção dos 23 jogadores convocados. Do lado do Brasil, Felipão só não deu chance a Victor e Jefferson.





Fonte: http://globoesporte.globo.com

Por um lugar no pódio, Brasil e Holanda voltam a campo neste sábado

Disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo será às 17h, no Estádio Nacional, em Brasília.


 O Brasil e a Holanda poderiam ter feito uma bela final, mas farão uma decisão pelo terceiro lugar marcada pela especial melancolia deixada pelas circunstâncias da eliminação dos dois países nas semifinais.

Exportador privilegiado de craques, único pentacampeão mundial e decidido a exorcizar os fantasmas de 1950, o Brasil sofreu uma derrota sem precedente: 7 a 1 contra a Alemanha, após um apagão inacreditável. Sem Neymar, os donos da casa amargaram uma queda histórica, mas o capitão Thiago Silva cumpriu a sua suspensão e não quer se despedir sem devolver uma certa alegria ao povo brasileiro com o terceiro lugar do pódio.

Já a seleção de Louis van Gaal desembarcou no Brasil de maneira discreta, mas provocou sensação logo na estreia com a goleada de 5 a 1 sobre a Espanha. A geração de astros como Arjen Robben, Robin van Persie, Wesley Sneijder, Dirk Kuyt e Nigel de Jong, que provavelmente disputam o seu último Mundial, sonhava em finalmente levantar a taça pela Holanda após três finais perdidas (1974, 1978 e 2010). Ficou para a próxima.

Depois de passarem em branco nas prorrogações contra a Costa Rica nas quartas de final e a Argentina na semi, os holandeses parecem ter acusado o cansaço. Contudo, antes de assumir o comando do Manchester United, Van Gaal pode entregar o posto no banco laranja para Guus Hiddink com o sentimento de dever cumprido. Após o fiasco na UEFA Euro 2012 (eliminação na fase de grupos com três derrotas), ele reconstruiu uma equipe até o momento invicta, visto que uma derrota nos pênaltis é contabilizada oficialmente como empate. Agora, a medalha de bronze ajudaria a amenizar algumas decepções.

O jogo
Brasil x Holanda, Estádio Nacional, Brasília, 17h (hora local)

Você sabia?
Esta será a quarta vez que o Brasil disputará o terceiro lugar de uma Copa do Mundo. A Seleção derrotou a Suécia por 4 a 2 em 1938, venceu a Itália por 2 a 1 em 1978 e caiu diante da Polônia por 1 a 0 em 1974. Já a Holanda fará o seu jogo de número 50 em Mundiais, mas nunca subiu ao terceiro degrau do pódio, tendo perdido da Croácia por 2 a 1 em 1998.

Goleiros
O ataque holandês está garantindo a felicidade dos goleiros adversários nessa Copa. Afinal, foram eles que receberam o prêmio de melhor jogador em campo nas três últimas partidas da Laranja Mecânica: Guillermo Ochoa (México), Keylor Navas (Costa Rica) e Sergio Romero (Argentina).

Fim de série
Até terça-feira, o Brasil não perdia em casa jogando torneios oficiais há 64 partidas, desde uma derrota por 3 a 1 para o Peru na Copa América em 30 de setembro de 1975. Nenhum dos 23 convocados de Luiz Felipe Scolari era nascido. Além disso, o tropeço aconteceu no mesmo Mineirão que foi palco da derrocada contra a Alemanha.

Pozzo mantém recorde
Após o revés do Brasil de Felipão, o italiano Vittorio Pozzo continuará sendo por pelo menos mais quatro anos o único treinador a ter conquistado dois Mundiais, em 1934 e 1938 com a Itália. Mário Zagallo também foi bicampeão com a seleção brasileira em 1970 e 1994, mas nesta última era assistente de Carlos Alberto Parreira, que está auxiliando Scolari este ano.

Jogadores suspensos
Nenhum

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Os holandeses estão naturalmente decepcionados por terem tropeçado outra vez no penúltimo obstáculo. No entanto, os diversos jovens que compõem a delegação da Holanda preferem colocar a eliminação em perspectiva e pensar no futuro com a satisfação de terem feito o máximo.


Fonte: http://nominuto.com

Preparação das cidades-sede para a Copa foi insuficiente para 74% da população

Pesquisa da CNDL e do SPC Brasil nas 12 cidades-sede revela que saúde e transporte urbano foram os quesitos com pior avaliação na opinião dos brasileiros.

 Faltando poucos dias para o fim da Copa do Mundo, uma pesquisa encomendada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que na opinião de sete em cada dez brasileiros (74%), a preparação das cidades sede (saúde, transporte, segurança, limpeza urbana etc) não foi suficiente para receber o mundial. Os pesquisadores ouviram 2.558 pessoas de todas as 12 cidades-sede entre os dias 13 e 18 de junho.

De modo geral, os brasileiros não parecem confiantes quanto à capacidade do país para sediar e organizar grandes eventos do porte da Copa. Somente 12% dos entrevistados acreditam que os preparativos foram suficientes. 11% partilham da opinião que não houve qualquer preparo e outros 3% não souberam responder.

Saúde e transporte têm notas baixas
Os entrevistados deram notas de um (péssimo) a cinco (ótimo) para a qualidade de itens de infraestrutura das cidades como segurança, limpeza urbana, estádios e aeroportos. De acordo com a pesquisa, saúde e transporte público receberam as piores notas dos entrevistados: 1,9 e 2,2, respectivamente.

Os entrevistados mostraram neutralidade em relação a outros quesitos. Foram eles: segurança pública (2,5), limpeza urbana (2,8) e qualidade dos aeroportos (3,0). Por outro lado, os critérios mais bem avaliados pelo público foram o potencial turístico (3,5), o comércio local (3,6), a rede hoteleira (3,7), o setor de bares e restaurantes (3,8) e os estádios (3,9).

Panorama das cidades-sede
Entre as cidades, Curitiba (PR) e Manaus (AM) receberam as melhores médias e ficaram empatadas em primeiro lugar entre as cidades mais bem avaliadas para a Copa, ambas com nota 3,4. Destaque para a Arena Amazônia (Manaus), que ao lado da Arena Castelão (Fortaleza) e da Arena das Dunas (Natal), recebeu a melhor avaliação entre os 12 estádios pesquisados, ficando com nota final 4,3. Brasília (DF), por sua vez, recebeu média geral 3,3 e alcançou o segundo lugar no ranking das cidades pesquisadas.

Em terceiro lugar ficaram as cidades de Fortaleza (CE) e Natal (RN), com média final 3,2. As duas capitais nordestinas se destacaram pela qualidade da rede hoteleira local, avaliada com nota 4,0, a melhor pontuação do segmento. Dividem o quarto lugar as capitais Belo Horizonte (BH), Cuiabá (MT), Porto Alegre (RS) e Salvador (BA).

As cidades de São Paulo (SP) e do Rio de Janeiro (RJ) ficaram em último lugar, na opinião dos próprios moradores.

Segurança é determinante para o sucesso
Na percepção de 44% dos entrevistados pela CNDL e pelo SPC Brasil, o item "segurança pública" é o quesito mais importante para determinar se a Copa do Mundo será bem avaliada, tanto pelos brasileiros quanto pelo resto do mundo. Essa impressão é ainda mais forte entre os moradores de Belo Horizonte (54%).

E segundo a pesquisa, 8% daqueles que foram aos estádios ao menos uma vez em função do mundial, afirmaram ter sido vítimas de roubo ou furto. Além disso, é importante pontuar que dentre aqueles que participaram do evento nos estádios, 81% declararam ter tomado algum cuidado extra com seus pertences nos dias das partidas.

Manifestações não preocupam tanto
O SPC Brasil também quis saber entre os moradores das cidades-sede, qual seria a opinião sobre prováveis manifestações durante a Copa. De forma geral, 43% das pessoas ouvidas afirmaram ser favoráveis aos protestos. A aprovação é ainda maior entre os moradores de Fortaleza (51%) e do Rio de Janeiro (50%). Os outros 37% dos entrevistados nas cidades-sede dizem ser contra os protestos.

Mais da metade dos entrevistados (58%) acredita que, caso houvesse protestos, isso deve afetaria de forma negativa a imagem do Brasil. Destaque para a capital gaúcha, com 73%, e também São Paulo (SP), com 63%. Apenas 18% dos entrevistados responderam que os protestos teriam impacto positivo na imagem do país.

Fonte: http://nominuto.com

Fifa divulga nomes dos jogadores indicados aos melhores da Copa

Um grupo de estudos técnicos escolheu dez jogadores, que vão disputar a Bola de Ouro. Sete candidatos estarão na final. 


A Fifa divulgou nesta sexta-feira (11) os nomes dos jogadores indicados aos principais prêmios individuais da Copa do Mundo.

Um grupo de estudos técnicos escolheu dez jogadores, que vão disputar a Bola de Ouro. Sete candidatos estarão na final. Vantagem da Alemanha, que tem quatro. O capitão Philipp Lahm demonstrou ser um craque polivalente. Hummels impressionou pela solidez na zaga. Além dos meias Müller e Kroos, que marcaram gols importantes.

Representando a Argentina, Mascherano, um leão na semifinal. Di María, considerado o maior aliado do letal e decisivo Messi.

Na disputa de terceiro lugar, o holandês Robben pode arrancar para o prêmio. Neymar já deixou sua marca no Mundial, mas está fora do jogo de sábado (12). O colombiano James Rodríguez, que impressionou com golaços, completa a lista.

Para o prêmio de jovem jogador concorrem atletas com no máximo 21 anos. Dois franceses: o meio-campo Pogba e o zagueiro Varane. O atacante holandês Depay, também está na disputa.

O trabalho da surpreendente Costa Rica foi recompensado com a indicação de Navas que está na disputa entre os melhores goleiros. Ele concorre com dois finalistas: o alemão Neuer, de defesas firmes, e o argentino Romero, que pegou dois pênaltis na semifinal.

Os prêmios serão entregues no domingo depois da final. Que terá os alemães todos de branco. E os argentinos com o segundo uniforme, vestidos de azul.

Segundo a Fifa, o árbitro da decisão também é o melhor da Copa. O italiano Nicola Rizzoli, de 42 anos, apitou três jogos no mundial, dois deles da Argentina. Nenhum da Alemanha.

O chefe do departamento de arbitragem disse que a nacionalidade do árbitro da final não preocupa a Fifa. O italiano Nicola Rizzoli é filiado à UEFA, assim como a Alemanha. E boa parte da população da Argentina também é de origem italiana. Mas nada disso foi levado em consideração.

"Não nos preocupamos com isso. O único critério para a escolha foi a qualidade”, disse Mássimo Busacca.

Fonte: http://g1.globo.com

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Na final da Copa, Alemanha defende hegemonia e Argentina quer manter tabu

Além do duelo entre alemães e argentinos no próximo domingo, a final da Copa do Mundo pode encerrar uma hegemonia em curso no futebol mundial.

  
Além do duelo entre alemães e argentinos no próximo domingo (13), a final da Copa do Mundo pode encerrar uma hegemonia em curso no futebol mundial. Os europeus são os maiores vencedores de copas. Apesar de o Brasil ter o maior número de títulos, cinco, as seleções europeias acumulam dez conquistas, contra nove dos países sul-americanos.

A Itália tem quatro títulos, a Alemanha, três, e França, Inglaterra e Espanha conquistaram um título cada. Na América do Sul, argentinos e uruguaios têm dois títulos cada, que se somam às taças brasileiras. A equipe de Messi pode, no entanto, acabar com esse domínio europeu. Uma vitória contra a Alemanha no domingo deixa tudo igual entre os continentes, mas se o time do técnico Joachim Löw levar a taça para casa, os europeus se distanciam ainda mais, consolidando o domínio europeu.

Uma vitória argentina pode, além de empatar essa disputa com os europeus, manter um tabu. Jamais uma equipe europeia venceu uma Copa em Continente Americano. Em sete mundiais (dois no México, um nos Estados Unidos, um no Brasil, um na Argentina, um no Uruguai e um no Chile), os vencedores foram sempre países sul-americanos. Os dois únicos países que ganharam o Mundial fora de seu continente foram o Brasil, com as conquistas de 1958, na Suécia, e 2002, na Copa organizada pelo Japão e a Coreia do Sul, e a Espanha, em 2010, na África do Sul.

O equilíbrio entre os continentes contrasta com o cenário encontrado nos clubes. As ligas do Brasil, da Argentina, do Uruguai e de outros países sul-americanos não contam com a mesma estrutura financeira e de mídia que as da Inglaterra, Itália, Espanha, França e Alemanha, por exemplo. O alto nível das competições europeias, no entanto, se deve, em parte, ao sucesso dos jogadores sul-americanos em clubes de lá.
Astros como Messi, Neymar, Thiago Silva, além dos uruguaios Suárez e Cavani são apenas alguns exemplos de grandes nomes que ajudam a popularizar os campeonatos europeus. Esse fato ajuda a explicar o sucesso de seleções como as da Argentina e Colômbia em gramados brasileiros. Na hora da Copa, os craques voltam para casa e reforçam seus times. Dos 23 convocados da Argentina, 19 atuam na Europa. 

Na seleção brasileira, dos quatro atletas que jogam em clubes do Brasil, o único titular é o atacante Fred que, inclusive, teve atuação muito abaixo do nível dos últimos centroavantes brasileiros em copas, como Luís Fabiano, Ronaldo e Romário.

Fonte: http://nominuto.com

Valor da seleção brasileira cai mais de R$ 60 milhões após o Mundial

Segundo estudo, os 23 jogadores convocados estão agora avaliados em R$ 1,36 bilhão, tendo uma queda de 4,3%. Neymar é a exceção e sai mais valorizado

A goleada por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal Copa do Mundo vai abalar o preço da atual seleção brasileira, com exceção de Neymar. Já Fred, Julio César, Dante, Maicon e Daniel Alves estão entre os mais desvalorizados do elenco, enquanto Hulk foi o que mais perdeu valor de mercado. Os 23 jogadores convocados estão agora avaliados em € 449,8 milhões (R$ 1,36 bilhão), valendo € 20,4 milhões (R$ 61,6 milhões) a menos do que no início da Copa do Mundo (uma queda de 4,3%). É o que garante um estudo realizado pela Pluri Consultoria.

 
A pesquisa sobre o impacto da derrota histórica indica que os jogadores mais jovens devem sofrer menos desvalorização, principalmente os que já têm carreira consolidada na Europa. Porém, os profissionais mais velhos terão, pelo peso da idade, uma queda considerável de mercado.


Com 22 anos, Neymar consolidou na Copa do Mundo a sua condição de estrela mundial do futebol, além de ter tido uma boa participação na competição e não ter atuado no jogo trágico da campanha brasileira. Com isso, seu valor de mercado subiu 2,9%, passando de € 68,1 milhões (R$ 206 milhões) para € 70,1 milhões (R$ 212 milhões), sendo o terceiro mais valioso da Copa, atrás apenas de Lionel Messi (€ 137,2 milhões) e Cristiano Ronaldo (€ 95,6 milhões).

O estudo aponta que, em termos nominais, Hulk foi o que mais perdeu valor de mercado. Ele desvalorizou 10,4%, passando de € 41,2 milhões (R$ 124 milhões) para € 36,9 milhões (R$ 111 milhões), uma queda de € 4,3 milhões (R$ 13 milhões). Com 27 anos, Hulk chegaria na próxima Copa com 31 anos, o que bota em dúvida uma futura participação na Seleção.

Confira abaixo os dados sobre o impacto da Copa no valor de mercado da Seleção:



Fonte:http://globoesporte.globo.com

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