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segunda-feira, 27 de abril de 2015

Terra sofre ameaça potencial de impacto de 500 asteroides, diz agência

Cálculo é da Agência Espacial Europeia, que tem departamento para o tema.
Cientistas afirmam que, em caso de perigo real, há dois tipos de soluções.




Cerca de 500 asteroides ameaçam potencialmente a Terra, um problema para o qual especialistas da Agência Espacial Europeia (ESA) encontraram soluções que parecem ter saído de um filme de ficção científica.

"Temos cerca de 500 objetos próximos à Terra identificados que poderiam, dentro de 100 anos, eventualmente tocar a terra, mas a probabilidade é muito baixa, em alguns casos de 1 em 1 milhão", disse Detlef Koschny, chefe do setor de NEO (Near-Earth Objects) na ESA.

"Seguimos seus caminhos, tentamos prever o que poderiam ser e se, eventualmente, representarão um risco", explicou Koschny a partir do centro operacional dos NEO na cidade italiana de Frascati, perto de Roma.

"Em caso de perigo real, temos duas soluções atualmente viáveis", acrescentou o especialista. "O primeiro é o acidente de movimento cósmico", disse.

"Imagine um veículo, que é o asteroide, e um outro veículo, que é a nossa ferramenta, colidindo com ele e o deslocando de sua trajetória. Por conta da pressão, é possível desviá-lo gradualmente da Terra", afirmou.

"A segunda solução é destruir o asteroide com a ajuda de uma explosão nuclear", acrescentou Koschny.

Ação à distância
A questão é: como mirar um objeto espacial viajando a 3.600 km/h com um outro objeto lançado para interceptá-lo com a mesma velocidade?

"A partir de uma experiência americana chamada 'Deep Impact', sabemos que é possível alcançar todos os objetos maiores que 100 metros de diâmetro. Nos encaminhamos provavelmente aos satélites autoguiados por uma câmera, porque não teríamos tempo para dirigi-los a partir da Terra", explica o cientista.

"É mais fácil quando é Bruce Willis quem faz isso", diz, brincando, Richard Tremayne-Smith, copresidente da Conferência de Defesa Planetária (Planetary Defence Conference, PDC), realizada em Frascati. A alusão é ao filme americano "Armageddon", em que o ator destrói um asteroide que ameaça a Terra.
A defesa planetária era um hobby há dez anos. Hoje, tornou-se uma preocupação global"
William Ailor, da Conferência
de Defesa Planetária

"A defesa planetária era um hobby há dez anos. Hoje, tornou-se uma preocupação global", aponta William Ailor, segundo copresidente do PDC.

Simulações
A PDC é coisa séria e envolve especialistas da Nasa, da ESA e de outras instituições, mas também há lugar para jogos de RPG.

"O jogo consiste em simular uma crise [provocada] por uma possível queda de um asteroide na Terra, com três pessoas desempenhando o papel de autoridades políticas, seus conselheiros científicos, representantes das populações ameaçadas e a imprensa", explicou Debbie Lewis, especialista em gestão de catástrofes.

"Precisamos de acordos de comando, controle, coordenação e comunicação em nível internacional", insistiu a especialista. É que os danos causados pela queda de um asteroide podem ser gigantescos em função do tamanho.

Segundo vários especialistas, 75% das diferentes formas de vida na Terra, inclusive os dinossauros, desapareceram por causa da queda de um enorme asteroide há 65 milhões de anos.

"Devemos estar preparados. O despertador já tocou, mas teimamos em desligá-lo", afirmou Lewis.

domingo, 22 de março de 2015

Estudo brasileiro mostra relação entre amamentação prolongada e inteligência

Crinças amamentadas durante um ano terão QI quatro pontos acima dos que tiveram aleitamento materno por um período incompleto de um mês.

A amamentação prolongada pode contribuir para que a criança torne-se mais inteligente e tenha maiores rendimentos na idade adulta, diz um estudo brasileiro publicado na revista The Lancet Global Health.

Elaborado por pesquisadores da Universidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, e dirigido por Bernardo Lessa Horta, o estudo acompanhou o desenvolvimento de 3.500 crianças nascidas em 1982 e amamentadas por períodos variáveis.

Trinta anos mais tarde, os pesquisadores constataram que a amamentação foi benéfica para todos. O benefício foi maior para as crianças que tiveram um período mais longo de amamentação.

Segundo o estudo, as crianças amamentadas durante um ano terão QI (quociente de inteligência) quatro pontos acima dos menores que tiveram aleitamento materno por um período incompleto de um mês. Terão também maior escolaridade (quase um ano) e seus rendimentos serão um terço superiores à média. 

Os pesquisadores levaram em conta variáveis suscetíveis que tiveram impacto no resultado, como o nível de vida dos pais, a idade da mãe na data de nascimento do filho e o fato de ter fumado, ou não, durante a gravidez.

Bernardo Lessa Horta explicou que os benefícios do leite materno na inteligência devem-se, provavelmente, à presença de ácidos gordos saturados de cadeia longa, que desempenham papel essencial no desenvolvimento do cérebro.

Ao comentar o estudo, o especialista Erik Mortensen, da Universidade de Copenhague, ressalta, que essas conclusões devem ser confirmadas por outras pesquisas.

A amamentação é encorajada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) que a considera um dos meios mais eficazes de garantir a saúde da criança.

A OMS recomenda a amamentação para crianças até os seis meses. A organização reconhece que menos de 40% dos bebês, em todo o mundo, passam por esse período de aleitamento materno.


sexta-feira, 20 de março de 2015

Com atraso de 4 anos, Câmara aprova adesão do Brasil a megatelescópio

ESO é maior consórcio de pesquisa astronômica do mundo.
Acordo dá oportunidade para brasileiros usarem instrumentos de ponta.




A aprovação pela Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (19) da adesão do Brasil ao maior consórcio de pesquisas astronômicas do mundo, o Observatório Europeu do Sul (ESO), veio com mais de quatro anos de atraso. O acordo de adesão do país ao grupo foi assinado em dezembro de 2010 pelo então ministro brasileiro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende. O projeto segue agora para votação no Senado.

Ao aderir ao ESO, o Brasil abre para os cientistas brasileiros a oportunidade de usarem telescópios e instrumentos de observação de ponta instalados no norte do Chile.O consórcio é responsável pelo projeto do megatelescópio E-ELT (Sigla para “European Extremely Large Telescope”, ou “Telescópio Europeu Extremamente Grande”), que deve ser o maior telescópio do mundo, com um espelho de 39 metros de diâmetro.

Em contrapartida, o país deve investir 270 milhões de euros (cerca de R$ 945 milhões).

Para o astrônomo Cassio Barbosa, colunista doG1, trata-se de um bom movimento para a ciência brasileira fazer parte do ESO. “O ESO sempre foi conhecido pelos instrumentos que estão na vanguarda da astronomia”, diz. Ele observa que a participação do Brasil partiu de um convite do grupo. “O convite veio de cima. É como se fosse um atestado de qualidade das pesquisas feitas pelos brasileiros.”

Atraso gera mal-estar
Desde 2010, quando o acordo foi assinado pelo Brasil, cientistas brasileiros já podem pleitear o uso de instrumentos do ESO, segundo Barbosa.


A questão é que até o momento, o país não pagou a conta por esse uso, o que tem gerado um mal-estar na comunidade científica internacional. “Causa um mal-estar porque o Brasil está devendo. Desde 2011, quando deveriam começar as contribuições, o taxímetro está rodando, são quase 5 anos de atraso”, diz Barbosa.

O astrônomo observa que parte da comunidade científica brasileira tem críticas em relação à adesão ao ESO, pois trata-se de um investimento grande que não garante um tempo fixo de uso dos instrumentos de observação, como acontece em outros consórcios dos quais o Brasil faz parte. Em vez disso, o uso dos instrumentos depende da aprovação do mérito do projeto de pesquisa pelo ESO.

Que pesquisas poderão ser feitas?
Para Barbosa, ter à disposição os instrumentos do ESO pode estimular o desenvolvimento de pesquisas de ponta pelas novas gerações de astrônomos brasileiros. “Podem ser feitas desde pesquisas com objetos de nosso Sistema Solar até pesquisas com o limiar do Universo. O mais produtivo equipamento em terra para detecção de exoplanetas fica em La Silla, que é uma das sedes desse consórcio.”

Ele acrescenta que, quando o E-ELT estiver pronto, ele poderá ser usado para investigar se existe algum planeta que tenha indicativos vida, já que ele será capaz de estudar a atmosfera desses exoplanetas.


quinta-feira, 12 de março de 2015

Nasa testa foguete mais poderoso da história para levar missão a Marte

Propulsor de nave 'deitada' lançou gigantesca bola de fogo no deserto de Utah, nos EUA.






A Nasa testou no deserto do Estado americano de Utah o propulsor do maior foguete já construído no planeta.

A agência espacial não produzia há décadas um foguete com força suficiente para ir à Lua. O que está sendo testado agora poderia chegar até a Marte.

Mas a tecnologia do motor, de acordo com especialistas, existe há mais de cem anos.


Estudante de engenharia da UFMG integra projeto de satélite da Nasa

Mateus Oliveira, de 22 anos, cursa engenharia aeroespacial na UFMG.
Estudante foi aprovado pelo Ciências sem Fronteiras, em junho de 2014.




Foi em junho de 2014, após três anos cursando engenharia aeroespacial na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que Mateus Oliveira, de 22 anos, participou do programa federal Ciências sem Fronteiras. Hoje, participa de um projeto espacial patrocinado pela Nasa, a agência espacial americana, em uma universidade dos Estados Unidos.

O estudante começou a trabalhar no laboratório de sistemas espaciais após cursar uma disciplina prática ministrada pelo diretor da equipe e obter notas altas. "Acredito que participar desse projeto é um incentivo para muitos estudantes brasileiros", conta.

A Nasa tem projetos educacionais e parcerias com muitas universidades dos Estados Unidos e, anualmente, seleciona os melhores projetos do país para serem lançados no espaço através do seu programa educacional de nanossatélites. Rascal foi um dos selecionados no ano passado.


Rotina
Além de trabalhar no laboratório, Mateus também assiste às aulas, faz natação e musculação. Em épocas de provas, passa grande parte do seu dia na biblioteca da Universidade de Saint Louis. "A minha rotina aqui é mais intensa em relação a rotina que tinha no Brasil. Aqui aprendi a organizar meu tempo, me sinto mais produtivo hoje em dia", afirma o estudante.

O intercâmbio já era um sonho antigo do jovem, que para facilitar sua ida aos Estados Unidos, contou com dicas de amigos que já tinham feito intercâmbio e praticou o inglês com seu irmão.

Mesmo praticando em casa, Mateus enfrentou dificuldades para se adaptar ao idioma nas duas primeiras semanas e, por isso, fez dois meses de curso de inglês para "melhorar a habilidade com a língua".

No laboratório em que trabalha, o jovem tem tido a compreensão dos colegas que o ajudam quando enfrenta dificuldades com alguns termos técnicos. "Eles são muito prestativos e, além disso, o projeto tem extensa documentação e eu posso pesquisar e estudar termos e conceitos", afirma. Morando há nove meses nos Estados Unidos, o estudante já consegue acompanhar as aulas, escrever cartas e estabelecer diálogos.

Pará de Minas
O estudante, que nasceu em Pará de Minas (MG), cerca de 80 km de distância de Belo Horizonte, contou com o apoio dos pais para aproveitar as oportunidades. "Meus pais me incentivaram bastante, tive muito apoio deles", conta Mateus, que acredita que passar no vestibular foi a parte mais difícil de sua vida acadêmica.
Embora tenha sido uma fase complicada, o resultado foi positivo. Além da UFMG, o estudante também foi aprovado na Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), Universidade Federal de Itajubá (UniFei), Universidade Federal do ABC (UFABC).

Projeto Rascal
O laboratório de sistemas espaciais, que Mateus faz parte, é responsável pelo projeto Rascal, um satélite de duas pequenas naves espaciais para aprimorar tecnológicas de operações de proximidades e percepção no espaço. O lançamento do satélite está previsto para 2016.

De acordo com o estudante, após serem lançadas no espaço, uma nave espacial irá se sincronizar com a outra e assim obter parâmetros como distância e velocidade, que depois serão processados e poderão contribuir para aprimorar manobras. "Eu não esperava ter uma oportunidade como essa durante a faculdade. É uma grande conquista para a minha carreira", afirma o jovem.

Futuro
Quando voltar ao Brasil, o jovem planeja organizar melhor seu tempo. "Quero fazer as minhas atividades obrigatórias e ter tempo para o lazer", conta Mateus, que pretende aplicar a experiência do intercâmbio para participar de um projeto de pesquisa sobre análise estrutural.

"Eu ainda não tomei nenhuma decisão sobre o que farei após me formar", afirma Mateus, que no momento está focado em aproveitar experiência internacional.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Encontrada em Marte nave espacial britânica perdida desde 2003

Satélite da Nasa que orbita Marte avistou Beagle 2, diz agência britânica.
Sonda estava parcialmente acionada na superfície do planeta vermelho.




A sonda espacial britânica Beagle 2, que estava perdida desde dezembro de 2003, foi encontrada em Marte por um satélite da Nasa que orbita o planeta vermelho, confirmou nesta sexta-feira (16) a Agência Espacial do Reino Unido, segundo a agência AFP.

O Beagle-2 "foi encontrado parcialmente implantado na superfície do planeta, acabando com o mistério sobre o que ocorreu com a missão há mais de uma década", disse a agência em um comunicado.


"Estou muito contente que o Beagle 2 finalmente foi encontrado em Marte", disse Mark Sims, da Universidade de Leicester, no Reino Unido, em comunicado divulgado pela Nasa. Ele participou do projeto do Beagle 2 desde o início, liderando a fase inicial do estudo e atuando como gerente da missão.

'Natal arruinado'
"Todo dia de Natal desde 2003 eu tenho me perguntado o que aconteceu com o Beagle 2. Meu Natal de 2003, assim como o de muitos outros que trabalharam no Beagle 2, foi arruinado pela decepção de não receber informações da superfície de Marte", afirmou. "As imagens mostram que chegamos tão perto de atingir o objetivo de fazer ciência em Marte."

A descoberta demonstra que "a sequência de entrada, descida e aterrissagem do Beagle 2 funcionou e a sonda pousou com êxito em Marte no Natal de 2003", acrescentou a agência britânica sobre a nave batizada em homenagem ao barco "Beagle" com o qual o pai da teoria da evolução, Charles Darwin, fez suas pesquisas.

Não será possível ressucitar sonda
A nave, que tem menos de dois metros de comprimento, precisava se implantar completamente depois de aterrissar para entrar em funcionamento, já que era necessária a abertura total dos painéis solares para expor a antena RF, que iria transmitir os dados e receber os comandos a partir da Terra.
"Infelizmente, devido à implantação parcial", lamentou a agência, "não será possível ressuscitar a Beagle 2 e recuperar os dados" da sonda. A nave foi uma ambiciosa colaboração entre a indústria, as universidades britânicas e a Agência Espacial Europeia.

O diretor deste organismo europeu, Jean-Jacques Dordain, comemorou nesta sexta-feira a descoberta. "O que foi encarado há 11 anos como um fracasso por fim não foi um fracasso total. Ao menos houve uma aterrissagem em Marte", considerou Dordain.


Fonte:http://g1.globo.com

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Vazamento de substância isola parte da Estação Espacial, diz agência

Ocorrência foi detectada no setor americano da plataforma espacial.
Grupo de seis astronautas se deslocou para setor russo da ISS.




Um vazamento de uma substância do sistema de refrigeração de parte da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) obrigou a equipe de astronautas a abandonar o lado americano da plataforma e seguir para a área russa da ISS, de acordo com agências de notícias internacionais, que citam o Centro de Controle de Voos da Rússia.

À Interfax, um porta-voz da Roscosmos disse que os astronautas, três russos, dois americanos e uma italiana, estão em segurança e não correm perigo. Inicialmente, havia suspeita de que a substância se trataria de amônia. No entanto, de acordo com a agência espacial americana, a Nasa, esse vazamento não foi confirmado.

Segundo a agência, a tripulação trabalha para conter a pressão do líquido do sistema de refrigeração. A Nasa informou ainda, via Twitter, que os controladores de voo não sabem o porquê do alarme ter sido disparado. "A tripulação segue os procedimentos de segurança e está isolada no segmento russo, enquanto as equipes técnicas avaliam a situação", informou a agência americana.

Em maio de 2013, um vazamento de amônia foi detectado na Estação Espacial. Na época, os cientistas identificaram que se tratava da amônia que corria num duto que refrigera canais de transmissão de energia. A anomalia foi considerada "muito grave".

Atualmente, estão na plataforma espacial seis astronautas: Elena Serova, Barry Wilmore (comandante), Alexander Samokutyaev, Anton Shkaplerov, Terry Virts e Samantha Cristoforetti.

Fonte:http://g1.globo.com

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Cientistas atestam que nossa alma pode deixar o corpo e observá-lo



Cientistas e pesquisadores holandeses publicaram estudo no qual revelam que nossas almas podem abandonar nossos corpos e observá-los. Foram mais de 70 casos estudados com pessoas que relataram experiências durante o período em que estiveram clinicamente mortas.

O caso mais impressionante relatado pela pesquisa é de um paciente clinicamente morto por 20 minutos durante uma cirurgia cardíaca. Se sua volta à vida surpreendeu médicos, estes ficaram ainda mais perplexos quando ele descreveu que “saiu de seu corpo” e soube indicar precisamente a posição em que cada um dos médicos durante o período em que estava morto, além de fatos relevantes que aconteceram na sala.

Foram três os médicos responsáveis pelos estudos. Titus Rivas, Anny Adrien e Rudolf Smit publicaram um livro — que até o momento está disponível apenas em holandês — chamado “Wat een stervend brein niet kan”, que na tradução literal seria entitulado “O que um cérebro morrendo é capaz de fazer”. Nele, explicam o caso e concluem que diante das evidências é impossível negar a ausência do paciente de seu corpo durante a morte clínica.

A ideia, porém, ainda não é bem aceita na comunidade científica. Para muitos, o número de casos é reduzido e não há comprovação evidente de que as almas dos pacientes estiveram fora de seus corpos. Nesses casos, os cientistas mais céticos não levam em consideração os depoimentos de pacientes sobre as situações que vivenciaram.



Fonte:https://br.noticias.yahoo.com

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Cientista Miguel Nicolelis é citado entre as 50 personalidades mundiais

Projeto "Andar de novo" que estuda tratamento para pessoas com paralisia nos membros inferiores é destaque.




O cientista Miguel Nicolelis - que desenvolve projetos para pessoas com paralisia e mora no Rio Grande do Norte - foi anunciado como uma das 50 personalidades mundiais deste ano pelo site norte-americano The Verge.

A página é referência em ciência, tecnologia, arte e cultura e citou Nicolelis pelo projeto "Andar de novo", com estudo para pessoas com paralisia nos membros inferiores. O estudo aponta o uso de um exoesqueleto comandado por atividade cerebral por meio de uma tecnologia de "interface cérebro-máquina".

O projeto desenvolvido no Instituto Internacional de Neurociências de Natal – Edmond e Lily Safra (IINN-ELS) e tem participação de 156 pessoas e 25 países.

Fonte:http://www.nominuto.com

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Primeiras imagens feitas pelo satélite Cbers-4 são divulgadas pelo Inpe

Equipamento deve passar por testes durante os três próximos meses.
Satélite feito em parceria com a China foi lançado ao espaço no domingo (7).


O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgou nesta segunda-feira (8) as primeiras imagens produzidas pelo satélite Cbers-4, desenvolvido em parceria brasileira com a China. O equipamento foi lançado ao espaço na madrugada do último domingo (7).

As imagens captadas são da região de Búzios - no litoral norte do Rio de Janeiro -, mas o material ainda é usado para fazer ajustes nos equipamentos. As fotos foram produzidas pela câmera MUX, que está acoplada ao Cbers-4 e é a primeira câmera para satélite inteiramente desenvolvida e produzida no Brasil.



O equipamento registra imagens no azul, verde, vermelho e infravermelho, em faixas distintas, para uso em diferentes aplicações, como o monitoramento dos setores agrícolas, florestal e no controle do meio ambiente.

O Cbers tem capacidade de 15 minutos de gravação por dia e viaja a uma velocidade de 4,2Km por segundo. Por dia, o satélite dá 14 voltas no planeta, mas as imagens da câmera só devem ser disponibilizada e usadas para estudos após um período de testes nos próximos três meses.

As câmeras do Cbers vão enviar imagens de áreas que variam de 120 km a 860 km de extensão. As imagens possibilitarão o mapeamento de áreas agrícolas, geológicas e monitoramento de áreas de desmatamento de quase 90% do território da América do Sul e também da China. Além disso, o Inpe deve disponibilizar o material gratuitamente para alguns países da África, por meio de parcerias governamentais.


Cbers

O satélite Cbers-4 é o quinto equipamento construído em parceria com a China e teve o lançamento antecipado após o fracasso na tentativa de enviar ao espaço o Cbers-3, em dezembro do ano passado.

Inicialmente, o Cbers-4 só seria lançado em 2015. O satélite tem o mesmo formato e mecanismos do Cbers-3, com modernização da tecnologia das câmeras de observação da Terra.

Iniciado nos anos 1980, o programa Cbers (sigla em inglês para China-Brazil Earth Resources Satellite) é coordenado no Brasil pela Agência Espacial Brasileira e desenvolvido pelo Inpe.

Antes do Cbers-4 foram lançados o Cbers-1 (1999), Cbers-2 (2003) e o Cbers-2B (2007). Uma falha no lançador chinês impediu a colocação em órbita do Cbers-3, em dezembro de 2013.



Fonte:http://g1.globo.com

Sonda da Nasa que hibernava acorda para começar missão rumo a Plutão

Sonda robótica New Horizons vai estudar Plutão e o Cinturão de Kuiper.
Observação científica do planeta anão começam em 15 de janeiro.




Depois de nove anos e uma jornada de 4,8 bilhões de km, a sonda robótica New Horizons, da Nasa, foi acordada da hibernação para dar início à sua missão sem precedentes: o estudo do planeta anão Plutão e seu lar, o Cinturão de Kuiper.

O "despertador" estava preparado para tocar neste sábado (6) e, 90 minutos depois, o veículo já começou a transmitir informações para a Terra sobre suas condições, incluindo o dado de que estava de volta ao modo "ativo".

A observação científica de Plutão, suas muitas luas e outros corpos no quintal congelado do Sistema Solar começam em 15 de janeiro, segundo o gerente do programa.

Plutão fica no Cinturão de Kuiper, uma região de miniplanetas congelados orbitando o Sol além de Netuno. É a última região inexplorada do Sistema Solar.


"É difícil subestimar a evolução que está acontecendo em nossa visão da arquitetura e do conteúdo de nosso Sistema Solar como resultado da descoberta do Cinturão de Kuiper", disse o cientista Alan Stern, líder da pesquisa. A sonda deve fazer sua maior aproximação de Plutão em 14 de julho.

Desde sua descoberta, em 1930, Pluão em sido um mistério, parcialmente por causa de seu tamanho relativamente pequeno. Cientistas lutaram para explicar por que um planeta com um raio de 1.190 km poderia existir além dos planetas gigantes de Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

Em 1992, astrônomos descobriram que Plutão, que fica 40 vezes mais longe do Sol do que a Terra, não estava sozinho em seu tamanho diminuto, o que levou a União Astronômica Internacional a reconsiderar sua definição de "planeta".

Em 2006, com a sonda New Horizons já a caminho, o título de "nono planeta do Sistema Solar" foi tirado de Plutão, que se tornou um planeta anão, categoria que tem mais de mil exemplares no Cinturão de Kuiper.

Com a aproximação do New Horizons, cientistas estão ansiosos pela primeira espiada no domínio inexplorado.

Fonte:http://g1.globo.com

domingo, 7 de dezembro de 2014

Parceria entre Brasil e China, satélite Cbers-4 é lançado ao espaço

Equipamento entrou em órbita 13 minutos após o lançamento na China.
Quinto projeto entre os países tem primeira câmera especial brasileira.



O satélite Cbers-4, feito em parceria entre Brasil e China, foi lançado na madrugada deste domingo (7) ao espaço. O equipamento foi lançado ​à 1h26 (horário de Brasília) pelo foguete Longa Marcha​ 4B da base localizada na cidade de Taiyuan, nordeste da China. O sucesso da operação foi confirmado à ​1h39, quando o equipamento atingiu altitude de 778 quilômetros, ​distância necessária para que entrasse em órbita e iniciasse a abertura do painel solar.

Uma comitiva brasileira que contou com o ministro da Ciência e Tecnologia, Clélio Campolina Diniz, com o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Leonel Perondi, e com o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, acompanhou o lançamento no país asiático.

No Brasil, o lançamento foi acompanhado por pesquisadores do Inpe, em São José dos Campos (SP). "​O lançamento foi um sucesso e o satélite se separou do foguete sem problemas​. Já recebemos informações sobre os primeiros sinais vitais e ele deve passar sobre o Brasil por volta das 11h deste domingo", disse o ​chefe do Centro de Rastreio e Controle de Satélites do Inpe​, Dr.​ Pawel Rozenfeld​.

De acordo com Rozenfeld, os três primeiros meses do satélite em órbita serão voltados a testes​ nas câmeras.


Tecnologia
O satélite é equipado com quatro câmeras de alta resolução que vão coletar imagens com alta fidelidade de atividades agrícolas e contribuir com o monitoramento da Amazônia, auxiliando no combate de possíveis desmatamentos ilegais e queimadas.

O Cbers-4 tem o mesmo formato e mecanismos do Cbers-3, com modernização da tecnologia das câmeras de observação da Terra. Segundo a AEB, uma das inovações do Cbers-4 é a MUX, primeira câmera para satélite inteiramente desenvolvida e produzida no Brasil.

O Cbers-4 foi acoplado ao veículo lançador no dia 1º de dezembro na base chinesa. Na última quinta (4), o Cbers-4 passou por diversas checagens de sistemas de rastreamento elétrico, de combustível, câmeras, telemetria - monitoramento de dados à distância - e pressão. A bateria de testes levou mais de cinco horas para ser concluída.

O satélite é o quinto equipamento construído em parceria com o país asiático e teve o lançamento adiantado após o fracasso na tentativa de enviar ao espaço o Cbers-3, em dezembro do ano passado. Inicialmente, o Cbers-4 só seria lançado em 2015.

Projeto
Iniciado nos anos 1980, o programa Cbers (sigla em inglês para China-Brazil Earth Resources Satellite) é coordenado pela AEB e desenvolvido pelo Inpe.

O Cbers-4 é o quinto satélite do Programa Cbers. Antes dele foram lançados o Cbers-1 (1999), Cbers-2 (2003) e o Cbers-2B (2007). Uma falha no lançador chinês impediu a colocação em órbita do Cbers-3, em dezembro de 2013.

Fonte:http://g1.globo.com

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Nave Orion da Nasa é lançada para primeiro voo de testes

Lançamento foi bem sucedido, segundo a agência espacial.
No futuro, nave poderá levar humanos a um asteroide e a Marte.



A Nasa realizou nesta sexta-feira (5) o lançamento bem-sucedido de sua nave não tripulada Orion para um voo de testes da cápsula espacial que no futuro pode levar seres humanos a um asteroide e inclusive a Marte.

O lançamento ocorreu às 7h05 (10h05 de Brasília) a partir da base de Cabo Canaveral.

O potente foguete Delta IV Heavy, que havia apresentado problemas na quinta-feira (4), foi lançado normalmente, segundo imagens transmitidas ao vivo.

Orion é a primeira cápsula americana projetada para levar seres humanos ao espaço exterior desde as missões Apolo, que há quatro décadas transportaram o homem à Lua.

Neste primeiro voo de testes da Orion será avaliado o rendimento da cápsula espacial diante de desafios-have, como a separação por etapas do foguete, a elevada radiação, o forte calor (de 2.200°C) e o pouso com para-quedas perto do sudoeste de San Diego, na Califórnia.



Fonte:http://g1.globo.com

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

'Orgulho', diz brasileiro que participou de missão que pousou em cometa

Engenheiro Lucas Fonseca trabalhou no projeto da sonda Rosetta.
Pouso inédito é 'feito extraordinário' e 'conquista da humanidade', afirma.




O pouso de um módulo robótico em um cometa, anunciado às 14h03 desta quarta-feira (12), durou cerca de sete horas. Para um brasileiro que participou do projeto espacial, no entanto, o feito inédito foi alvo de um trabalho de três anos.

O engenheiro Lucas Fonseca, de 30 anos, trabalhou na agência espacial alemã de dezembro de 2009 a dezembro de 2012. Lá, dedicou-se à missão que enviou a sonda Rosetta ao espaço levando o módulo Philae, que pousou no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko nesta quarta-feira depois de dez anos.

O trabalho de Lucas foi justamente relacionado à etapa do pouso. Ele era o único não europeu em uma equipe que tentava prever o que aconteceria do momento em que o módulo se desprendesse da sonda até pousar no chão do cometa.

“Isso que aconteceu hoje foi meu trabalho por três anos. Eu tentava antecipar possíveis trajetórias da sonda e criar modelos matemáticos que simulassem essa descida”, relatou ao G1.

(Clique na figura ao lado e veja infográfico do G1 que simula o pouso no cometa)

Apesar de Lucas não ter mais vínculo com a agência espacial, amigos que ainda estão lá o têm mantido informado. Nesta madrugada, o brasileiro ficou acordado até as 3h devido à expectativa. De manhã, deixou de lado seus afazeres para acompanhar o pouso. “Meus colegas da Alemanha estão há dois, três dias virados. Na hora do pouso a comemoração foi total, o pessoal vibrou”, conta.

Ele afirma, porém, que ainda há uma tensão entre os cientistas sobre o que vai acontecer. “É tudo muito recente. O momento que vem logo depois do pouso é um pouco nebuloso. Não se sabe ao certo o que está acontecendo, as mensagens demoram 40 minutos para chegar até aqui. Em dois ou três dias vamos saber melhor”, afirma.

'Feito extraordinário'
Uma das questões que estão sendo analisadas é que, de acordo com a ESA (agência espacial europeia), o toque na superfície do cometa não aconteceu conforme o planejado, já que os arpões, que fixariam o módulo no cometa, não dispararam em um primeiro momento. “Parece que eles não dispararam. Mesmo assim, o módulo conseguiu pousar, o que foi um milagre”, diz o brasileiro.

Mas, segundo ele, independentemente do que aconteça, o que ocorreu até aqui já foi um feito “extraordinário”. “Não se via algo tão extraordinário na área há muito tempo. Em termos de tecnologia, é algo parecido à chegada do homem à Lua”, afirma.

Para ele, participar do projeto é uma “oportunidade única na vida”. “Fico orgulhoso de ter, de certa forma, representado o Brasil lá. É uma iniciativa que não é territorial, é uma conquista da humanidade”, diz.


Pato de borracha
Lucas é natural de Santos (SP) e se formou em engenharia mecatrônica na USP. Ele sonhava em trabalhar com engenharia espacial e fez mestrado nessa área na França, no Institut Supérieur de l’Aéronautique et de l’Espace. Seu projeto de mestrado foi sobre a missão da sonda Rosetta, e a partir daí ele foi convidado para trabalhar na agência espacial alemã. Hoje ele mora em São Paulo, tem uma empresa de engenharia aeroespacial e dá aulas na USP de São Carlos.

Fico orgulhoso de ter, de certa forma, representado o Brasil lá. É uma iniciativa que não é territorial, é uma conquista da humanidade"
Lucas Fonseca, engenheiro

Durante os testes que fez para a missão, uma das dificuldades era que não existia uma imagem visual do cometa, e por isso não se sabia qual era o seu formato.

“A gente sabia que ele existia, mas ele nunca tinha sido fotografado. Tínhamos que fazer todos os cálculos dentro de um universo de possibilidades do que seria esse cometa. Achávamos que ele tinha o formato de uma batata, mas depois vimos que ele parecia um pato de borracha”, conta.

Segundo Lucas, ele e os colegas experimentaram em outros momentos emoção parecida com a que sentiram durante o pouso do módulo Philae no cometa. “A sonda viajou dez anos e passou a maior parte do tempo hibernando. Não sabíamos se ela iria religar. Teve outros momentos cruciais. Por exemplo, quando ela se aproximou demais da órbita da Terra e de Marte. Muita coisa poderia ter dado errado. Mas pousou, pronto, foi um sucesso”, diz o brasileiro.

Fonte:http://g1.globo.com

Robô liberado pela sonda Rosetta pousa em cometa, confirma agência

Módulo Philae foi liberado por sonda espacial no início desta manhã.
É a primeira vez que cientistas conseguem pousar equipamento em cometa.




Pela primeira vez, o homem conseguiu pousar um robô em um cometa, em uma missão que durou mais de dez anos e que tem o objetivo de estudar esse corpo celeste. Dados enviados pelo módulo Philae e rebatidos à Terra pela sonda Rosetta, responsável por levar o equipamento ao cometa, confirmaram no início da tarde desta quarta-feira (12) o feito inédito na ciência.

(Clique na figura ao lado e veja infográfico do G1 que simula o pouso no cometa)




A Agência Espacial Europeia, ESA, recebeu a confirmação às 14h03 de que o módulo espacial Philae tocou o solo do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, uma massa imensa com superfície composta de gelo e poeira. "Estamos sentados na superfície. Estamos no cometa", disse Paolo Ferri, um dos líderes da missão Rosetta, depois de confirmar o funcionamento da transmissão do sinal.


A chegada ocorreu 28 minutos e 20 segundos antes, já que existe um intervalo entre a emissão do sinal da Rosetta e a recepção dele na Terra - tempo chamado pelos cientistas de "minutos de terror".


De acordo com a ESA, após análise da telemetria, verificou-se que o toque na superfície do cometa não aconteceu conforme o planejado, já que os arpões, que fixariam o módulo no cometa, não dispararam em um primeiro momento. Os pesquisadores analisam o que podem fazer para reverter o problema.


"Temos indicações de que os ganchos não foram ativados, o que significaria que estamos pousados em material solto e que não estamos presos ao solo", declarou Stephan Ulamec, responsável pela missão de aterrissagem do Philae. "Precisamos analisar a situação", acrescentou.



Qual o objetivo?
Compostos químicos, gases e muita poeira presentes no cometa podem conter respostas sobre a formação dos planetas do Sistema Solar. Além disso, apontariam aos cientistas uma direção para descobrir como a vida surgiu, no estágio em que a conhecemos.

Uma das teorias sobre o início da vida na Terra sugere que os primeiros ingredientes da chamada "sopa orgânica" vieram de um cometa, considerados alguns dos corpos celestes mais antigos do Sistema Solar.

Passo a passo
A separação do módulo, a 22 km do cometa, ocorreu às 7h03 de Brasília. O Philae levou cerca de sete horas para aterrissar. Ao longo desta manhã, os pesquisadores sediados em Darmstadt, na Alemanha, e em vários outros países da Europa que cooperam com a agência, acompanharam cada passo do processo de descida.

Depois da liberação da sonda, outras etapas importantes foram concluídas com sucesso. Entre elas, o reestabelecimento da comunicação entre a Terra e o robô, e o acionamento do trem de pouso do módulo. Imagens feitas pela Rosetta e pelo Philae foram divulgadas.
Nova etapa de exploração
Após a aterrisagem, uma nova etapa da missão Rosetta se inicia. Câmeras de alta resolução devem fornecer panorâmicas do ponto de pouso, chamado pelos cientistas de Agilkia, e dez outros equipamentos de pesquisa colherão dados sobre a estrutura interna do cometa.


O módulo Philae vai perfurar o 67P/Churyumov-Gerasimenko para colher amostras, que serão analisadas remotamente. O robô vai ainda medir seu núcleo. Esses dados vão para a sonda e serão rebatidos para a Terra.

O robô terá 64 horas de bateria para fazer tudo isso. É possível recarregá-las, já que os cientistas da ESA instalaram equipamentos que permitem o recarregamento pela luz solar, mas isso vai depender da claridade existente na região da aterrisagem.

Veja a sequência de eventos registrada até agora (no horário de Brasília):

07:03. Separação da Philae a 22,5 km do núcleo. Começa a fase de descida e pouso.

07:43. A Rosetta executa uma manobra de afastamento.

08:00. O controle da missão recebe a imagem de "despedida" da Philae após se soltar da Rosetta.

09:03. A sonda Rosetta aponta para a Philae para poder receber seus dados.

14:03. Pouso da Philae

15:00. Divulgação das primeiras imagens.

15:03. Início das primeiras operações de ciência.







Fonte:http://g1.globo.com

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Rússia envia sua primeira mulher à Estação Espacial Internacional

Elena Serova, de 38 anos, parte na quinta (25) de base no Cazaquistão.
Voo marca volta das mulheres a programa espacial russo após 17 anos.




A astronauta Elena Serova, de 38 anos, partiu ao espaço nesta quinta-feira (25) rumo à Estação Espacial Internacional (ISS), marcando o retorno das mulheres russas à conquista espacial, da qual estavam ausentes desde 1997.

A nave Soyuz-TMA14M, com Serova a bordo, foi lançada às 12h25, horário de Moscou (17h25 de Brasília), do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, indicou o centro de controle russo.

"Serei a primeira mulher russa a ir para a Estação Espacial Internacional (ISS). Os tripulantes têm uma enorme responsabilidade para com as pessoas que os formaram e quero dizer a elas: 'não vamos decepcioná-los'", disse Serova, que vai ao espaço ao lado do cosmonauta russo Alexander Samokutiaev e do astronauta americano Barry Wilmore.

No ano passado, a Rússia comemorou os 50 anos do voo da primeira mulher ao espaço, Valentina Tereshkova, em 16 de junho de 1963. Depois dos voos de Svetlana Savitskaia, em 1982 e em 1984, Elena Kondakova fez o mesmo entre 1994 e 1997.

O voo de Serova marca a volta das mulheres russas ao espaço após 17 anos de ausência.

"Quando Tereshkova voou, estávamos em plena concorrência com os Estados Unidos para saber qual de nós enviaria a primeira mulher ao espaço", explicou à AFP o editor-chefe da revista Novosti Kosminavtiki ("Notícias do Espaço"), Igor Marinin.

Marinin acrescentou que, posteriormente, os voos de mulheres se tornaram menos frequentes porque muita gente da indústria aeroespacial pensava que "o espaço era um duro trabalho de homens".

"É o meu trabalho", explicou Serova em coletiva de imprensa, ao ser consultada por um jornalista sobre como enfrentará, "como mulher", a separação de sua família e, em particular, de sua filha.

"Minha filha tem quase 17 anos (...) Não vejo qual problema possa haver para me comunicar com ela (...) Terei muitas oportunidades de ligar para ela, saber como está e apoiá-la, caso sofra um golpe duro", explicou.

Quando perguntada por um jornalista como vai se pentear a bordo da ISS, Serova devolveu: "você também se interessa pelo corte de cabelo dos meus colegas?".

Serova nasceu em 22 de abril de 1976, em Primorié, no Extremo Oriente russo, e terminou a Faculdade Aeroespacial no Instituto de Aviação de Moscou, em 2001.

Em 2007, começou a se preparar para voos espaciais.

Em 2013, em entrevista à AFP, Serova disse que não tinha a intenção de estabelecer nenhum recorde e que queria apenas "fazer seu trabalho" a bordo da ISS.

"Se tudo sair bem (...), servirá de sinal para que mais mulheres ponham à prova sua força no espaço", acrescentou.



Fonte:http://g1.globo.com

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Sonda espacial lançada pela Índia a Marte envia primeiras fotos

Superfície do planeta vermelho foi fotografada a 7.300 km de altitude.
Equipamento ingressou na órbita de Marte nesta quarta-feira.




A sonda espacial indiana que ingressou na órbita de Marte na quarta-feira (24) enviou suas primeiras imagens do planeta, na qual se observa a superfície repleta de crateras, informou a agência espacial indiana, ISRO.

A ISRO postou uma das imagens, tiradas de uma altura de 7.300 quilômetros, em sua página no Facebook. A foto mostra crateras sobre uma superfície de cor alaranjada. "A vista daqui é muito bonita", afirma a legenda da foto, publicada também no Twitter.

Um funcionário da ISRO disse que os cientistas receberam com êxito várias imagens, enquanto um porta-voz da agência governamental disse que a sonda funcionava corretamente.

A Índia se converteu no primeiro país asiático a alcançar Marte nesta semana, quando a sonda não tripulada Mangalyaan entrou na órbita do planeta vermelho após uma viagem de 10 meses. A missão tem por objetivo buscar sinais de vida no planeta.

Com um orçamento de US$ 74 milhões, a missão indiana custou apenas uma pequena parte do que representou a sonda MAVEN da Nasa americana (US$ 671 milhões), que alcançou a órbita marciana com sucesso no último domingo. Até agora, apenas Estados Unidos, Rússia e Europa conseguiram concretizar este feito.



Fonte:http://g1.globo.com

sábado, 13 de setembro de 2014

Tempestades solares atingem a Terra

Fenômeno também deve colorir céus das regiões polares com auroras boreais e austrais.




Duas tempestades solares atingem a Terra e podem provocar problemas nas comunicações por rádio e por satélites. O astronauta norte-americano Reid Wiseman, que está na Estação Espacial Internacional, publicou no Twitter uma foto da aurora boreal sobre a Terra, fenômeno provocado pelas tempestades.

As tormentas são resultado de erupções que aconteceram na superfície do sol nesta semana.

Uma grande quantidade de partículas eletricamente carregadas saiu da estrela e ao chegar perto da terra pode interferir no funcionamento dos sinais de GPS, nas transmissões de rádio e, com menor probabilidade, em redes de energia.

Fonte:http://nominuto.com

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Asteroide de 20 metros passará perto da Terra neste fim de semana

Asteroide deve passar acima da Nova Zelândia no domingo, 7, mas não poderá ser visto a olho nu, afirmam astrônomos



WASHINGTON – Um pequeno asteroide, de cerca de 20 metros, passará “muito perto” da Terra no próximo domingo, informou nesta quinta-feira a Nasa (agência espacial americana), descartando que ele represente uma ameaça para o planeta.

Então de maior proximidade, às 14h18 (horário da costa leste dos Estados Unidos, 15h18 de Brasília) do dia 7 de setembro, o asteroide “2014 RC” passará acima da Nova Zelândia.

O corpo celeste foi descoberto no dia 31 de agosto pelo programa Catalina Sky Survey (CSS), operado pelo Laboratório Lunar e Planetário da Universidade do Arizona (EUA), que utiliza dados de três telescópios para procurar cometas, asteroides e objetos próximos à Terra.

O asteroide foi, além disso, detectado de forma independente na noite seguinte pelo telescópio do Observatório Pan-STARRS situado no Havaí e ambos informaram de suas observações ao Minor Planet Center da União Internacional Astronômica, em Cambridge (Massachusetts).

No momento de maior proximidade, o asteroide estará aproximadamente a um décimo da distância que há do centro da Terra à Lua, ou 40 mil quilômetros.

Os cientistas assinalam que apesar desta “proximidade”, o asteroide não poderá ser visto a olho nu, embora astrônomos amadores que tenham telescópios pequenos talvez consigam captar a aparição do asteroide, que se movimentará rapidamente seguindo sua órbita.

O asteroide passará pela parte externa da órbita geossíncrona dos satélites de comunicações e meteorológicos que orbitam ao redor de 36 mil quilômetros sobre a superfície de nosso planeta.

A comunidade científica terá uma oportunidade única para observar e aprender mais sobre os asteroides, assinala a Nasa, que diz que “ele não parece trazer perigo nenhum para a Terra ou para os satélites”.

Apesar de nesta ocasião não cair na Terra, os cientistas calculam que sua órbita o traga de novo às proximidades de nosso planeta no futuro e seus movimentos serão vigiados de perto.



Fonte:http://blogs.estadao.com.br

Satélite Cbers-4 será enviado ao espaço em 7 de dezembro, prevê Inpe

Equipamento feito em parceria com a China será está em preparação.
Produção foi adiantada após fracasso no lançamento do Cbers-3, em 2013.


O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) confirmou para 7 de dezembro o lançamento do satélite Cbers-4, o quinto equipamento Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres feito em parceria entre Brasil e China. Sua produção foi adiantada após o fracasso na tentativa de enviar ao espaço o Cbers-3, em dezembro passado.

A informação, adiantada pelo G1 em março, foi divulgada nesta quinta-feira (4). A decisão foi tomada em reunião realizada esta semana em São José dos Campos (SP).

De acordo com o comunicado do Inpe, especialistas da instituição e da Academia Chinesa de Tecnologia Espacial, Cast, trabalham de forma intensa para lançar o equipamento em 7 de dezembro. O transporte para a China, onde está o foguete que vai levar o satélite ao espaço, está previsto para 15 de outubro.

Em teste

Segundo o Inpe, o Cbers-4 foi submetido e aprovado em testes elétricos e ambientais. Nos próximos dias, passará pelo teste elétrico sistêmico de longa duração em modo de simulação de voo. O investimento no novo satélite deve permanecer o mesmo aplicado no Cbers-3, cerca de R$ 160 milhões. A participação na construção permanece dividida em 50% para a China e 50% para o Brasil.

O Cbers-4 terá o mesmo formato e mecanismos do Cbers-3, com modernização da tecnologia das câmeras de observação da Terra. O equipamento tem o objetivo de captar imagens que serão usadas pelo governo brasileiro para monitorar os setores agrícola, florestal, e no controle do meio ambiente.

Na mesma reunião ficou definida também a continuidade da parceria com a China e a construção do Cbers-4A, que deve ficar pronto em três anos. O satélite deverá ter vida útil de 36 meses e será equipado com uma nova câmera de alta resolução.
Falha em foguete
O Cbers-3 foi lançado no dia 9 de dezembro, mas uma falha em um dos estágios do foguete chinês Longa Marcha 4B prejudicou o equipamento, que não alcançou velocidade e altura suficientes para orbitar a Terra e, por isso, retornou ao planeta. Ele foi destruído ao entrar na atmosfera.

Fonte:http://g1.globo.com

OBRIGADO PELA VISITA!

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