O terreno da Oi --formado por edifícios e galpões-- era ocupado há 11 dias por famílias vindas de comunidades próximas e de outras regiões, que batizaram o local de "favela da Telerj". Durante a ação da PM, houve confronto com ocupantes do local, e foram usadas bombas de gás lacrimogêneo, balas de borracha, entre outras armas não letais.
Mais cedo, um repórter do jornal "O Globo" recebeu voz de prisão quando trabalhava na cobertura da desocupação. Segundo "O Globo", o jornalista foi preso por fotografar a ação dos policiais militares. Ele teve o celular quebrado.
Outros repórteres e fotógrafos que trabalhavam no local foram agredidos por PMs "fisicamente e verbalmente", de acordo com a Agência Brasil. A PM ainda não se manifestou a respeito dos fatos relatados por profissionais de imprensa.
Há informações ainda a respeito de outros quatro adultos presos que teriam sido levados para a delegacia do Engenho Novo (25ª DP), porém a Polícia Civil ainda não divulgou detalhes sobre a movimentação no distrito policial.
Clima tenso
O clima é muito tenso na reintegração de posse, determinada pela Justiça, de um terreno vazio da empresa Oi, no Engenho Novo, na zona norte do Rio de Janeiro. A Polícia Militar, que chegou ao local por volta de 5h desta sexta-feira (11), entrou em confronto com os ocupantes do local.Após uma das lideranças dos manifestantes ser presa, o confronto se acirrou. Ocupantes do terreno chegaram a jogar um coquetel molotov em direção aos militares, e a polícia reagiu imediatamente. Foram usadas bombas de gás lacrimogêneo e outras armas não letais a fim de dispersar a multidão.
Fonte: http://noticias.uol.com.br









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